Analisamos as escolhas questionáveis da equipe ao longo dos anos
Revisamos as escolhas mais criticadas da Red Bull em sua história na Fórmula 1.
A Red Bull Racing, uma das equipes mais exitosas da Fórmula 1, tem enfrentado críticas ao longo dos anos por diversas decisões tomadas em relação aos seus pilotos. As decisões da equipe não só impactaram a carreira de muitos pilotos, como também geraram polêmicas na comunidade de fãs e especialistas do automobilismo. Neste artigo, analisamos as dez piores decisões da Red Bull em relação aos seus pilotos.
1. A demissão de Sebastien Bourdais em 2009
Em 2009, a Red Bull decidiu dispensar Sebastien Bourdais no meio da temporada, substituindo-o por Jaime Alguersuari. Bourdais, que enfrentava dificuldades, foi substituído por um piloto novato, apenas 19 anos, sem ter completado testes significativos. Essa decisão precipitada levantou questões sobre a capacidade de a Red Bull preparar seus pilotos adequadamente.
2. A escolha de Scott Speed em 2007
Scott Speed, um piloto que nunca pontuou na F1, foi uma escolha discutível da Red Bull. Embora tivesse um desempenho razoável na GP2, sua passagem pela F1 foi marcada por conflitos e mediocridade, culminando em sua demissão após apenas uma temporada.
3. A rápida ascensão de Alex Albon
A decisão de tirar Alex Albon da Fórmula E para a Toro Rosso em 2019 foi uma jogada arriscada. Ele foi promovido rapidamente à equipe principal, mas lutou para se adaptar ao carro, levando a uma mudança de direção da Red Bull em relação ao seu programa de jovens pilotos.
4. A demissão de Daniil Kvyat
Daniil Kvyat teve um início promissor, mas sua demissão após um erro em sua corrida em casa foi controversa. Ele foi substituído por Max Verstappen, o que poderia ser visto como uma solução lógica, mas que ainda assim levantou questões sobre a confiança da equipe em seus jovens talentos.
5. A promoção apressada de Pierre Gasly
Pierre Gasly foi promovido à Red Bull Racing com pouca experiência. Sua luta em 2019, marcada por acidentes e desempenho inconsistente, resultou em sua demissão após apenas uma temporada. A equipe falhou em prepará-lo adequadamente para essa responsabilidade.
6. O retorno de Brendon Hartley
A Red Bull decidiu trazer Brendon Hartley de volta à F1 depois de um período fora das corridas de monolugares. Essa escolha levantou dúvidas sobre a profundidade do talento disponível na equipe, sendo vista como uma solução temporária em vez de uma decisão estratégica.
7. A aposta em Nyck de Vries
A contratação de Nyck de Vries, que teve um desempenho impressionante em sua estreia, foi seguida por sua demissão rápida após uma série de corridas sem pontos. Essa decisão foi considerada precipitada e indicativa de uma falta de paciência da equipe com seus pilotos.
8. O caso Carlos Sainz
A Red Bull teve a chance de trazer Carlos Sainz de volta, mas decidiu não fazê-lo, optando por manter Sergio Perez. Essa escolha foi vista como um erro, especialmente considerando o sucesso de Sainz em outras equipes.
9. A saída de Daniel Ricciardo
Daniel Ricciardo deixou a Red Bull em 2018, o que foi uma grande perda para a equipe. Sua saída foi em parte causada por decisões da equipe que não o apoiaram adequadamente, o que levantou questões sobre a gestão de pilotos da Red Bull.
10. A contratação de Liam Lawson
Recentemente, a Red Bull decidiu contratar Liam Lawson, mas após apenas duas corridas, ele foi rebaixado para a Racing Bulls. Essa decisão rápida levantou questões sobre a avaliação de desempenho da equipe e sua capacidade de escolher os pilotos certos para a F1.
Conclusão
As decisões da Red Bull em relação aos seus pilotos têm sido frequentemente questionadas, refletindo tanto a pressão por resultados imediatos quanto a falta de uma estratégia de longo prazo. Ao analisar essas escolhas, fica claro que a equipe precisa reavaliar sua abordagem para desenvolver e gerenciar seus talentos, a fim de garantir um futuro mais estável e bem-sucedido na Fórmula 1.
Fonte: www.the-race.com
Fonte: Agência
