Gustavo Selig, CEO da Construtora Hestia, analisa impactos e futuro do setor
O mercado imobiliário de Curitiba vive uma transformação estrutural onde a sustentabilidade deixou de ser um acessório de marketing para se tornar o pilar central de novos investimentos.
No centro deste movimento, a capital paranaense hoje lidera o ranking nacional de edifícios residenciais certificados pelo Green Building Council (GBC), somando 32 empreendimentos com o selo verde, superando cidades como São Paulo. A visão estratégica de Gustavo Selig
Para o CEO da Hestia, Gustavo Selig, a preocupação com o meio ambiente deve estar integrada a cada etapa do ciclo construtivo, desde a concepção até a entrega das chaves. Selig ressalta que o compromisso da empresa não é recente, mas sim um valor consolidado há décadas. “Como pioneiros no Paraná, integramos a sustentabilidade em cada etapa de nossos projetos. Em 2001, fomos a primeira empresa do estado a implementar um programa contínuo de reciclagem de resíduos sólidos, com mais de 70 toneladas de materiais reaproveitados”, afirma Gustavo Selig.
O executivo analisa que o impacto vai além da preservação, refletindo diretamente na viabilidade econômica: “Acreditamos que construir lares vai além de criar espaços; é contribuir para um futuro mais sustentável para todos. Cada empreendimento é pensado para minimizar desperdícios e garantir construções que beneficiem tanto os moradores quanto o planeta”.
Um mercado exigente e consciente
O movimento liderado por empresas como a Construtora Hestia encontra eco em um consumidor cada vez mais atento. Pesquisas indicam que 56% dos brasileiros estão dispostos a pagar mais por imóveis sustentáveis, e a eficiência energética tornou-se, em 2026, um critério de compra tão relevante quanto a metragem do imóvel.
Além do benefício ecológico, imóveis com certificações ambientais apresentam maior liquidez e valorização a longo prazo, além de reduzirem custos operacionais de água e energia para os residentes.
Fonte e foto: Assessoria de Imprensa.