Na manhã desta segunda-feira (13), a babá Inaianne da Costa Silva, de 27 anos, foi assassinada a facadas dentro da casa onde trabalhava, em Santa Lúcia, Maceió. O principal suspeito é o ex-marido da patroa, que enviou um áudio negando a participação no crime, mas foi flagrado por câmeras de segurança. A jovem cuidava das três filhas do casal e o crime foi presenciado por elas. O corpo foi encontrado com sinais de violência e sem seus pertences pessoais. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios, que aponta um histórico de violência do suspeito.
Na manhã desta segunda-feira (13), a babá Inaianne foi assassinada em Maceió. O ex-marido da patroa é o principal suspeito do crime.
Babá assassinada em Maceió
Na manhã desta segunda-feira (13), a babá Inaianne da Costa Silva, de 27 anos, foi assassinada dentro da residência onde trabalhava no bairro de Santa Lúcia, em Maceió, Alagoas. O ex-marido da patroa, principal suspeito do crime, enviou um áudio negando sua participação logo após o homicídio, mas câmeras de segurança demonstraram sua presença no local durante a ação. O crime foi presenciado pelas três filhas do casal, que estavam em casa no momento.
O crime
Imagens de câmeras de segurança registraram a invasão do suspeito, que atacou Inaianne com diversos golpes de faca. O corpo da jovem foi encontrado na porta da casa, com sinais de violência e coberto de sangue. Pertences pessoais, incluindo o celular, não foram encontrados, levantando a suspeita de que o homem tenha levado os objetos. A ex-companheira do suspeito, que não estava em casa durante o crime, chegou minutos depois e entrou em estado de choque.
Histórico de violência
Segundo a Polícia Civil, o suspeito já possuía um histórico de comportamento violento e a ex-companheira tinha uma medida protetiva contra ele, devido ao término de um relacionamento de 13 anos. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), sob o comando do delegado Emanuel Rodrigues.
Impacto do crime
O assassinato de Inaianne levanta preocupações sobre a segurança de mulheres em situações similares e destaca a necessidade de um olhar atento às medidas de proteção, que nem sempre são eficazes. O impacto emocional sobre as crianças que presenciaram o crime é incalculável e exige acompanhamento psicológico.
