Desvio de R$ 813 milhões: PF investiga esquema de fraudes

Polícia Federal/divulgação

Operação Magna Fraus avança em busca de culpados

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (30), a segunda fase da Operação Magna Fraus, visando investigar um esquema que desviou mais de R$ 813 milhões através de fraudes em transferências PIX.

Nesta quinta-feira (30), a Polícia Federal (PF) deflagrou a segunda fase da Operação Magna Fraus, com o intuito de investigar um esquema que desviou mais de R$ 813 milhões por meio de fraudes e invasões de dispositivos eletrônicos em transferências PIX. Segundo a PF, o montante foi desviado de contas geridas por bancos e instituições de pagamento.

Mandados e prisões

A operação está realizando 42 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão nas cidades de Goiânia, Brasília, João Pessoa e Belo Horizonte. Em Minas Gerais, as ações ocorrem em Betim e Uberlândia. Santa Catarina também é alvo, com mandados em Itajaí e Balneário Camboriú, enquanto na Bahia, os mandados são em Camaçari, e em São Paulo, nas cidades de Praia Grande e na capital.

Medidas e consequências

Das 26 prisões, 19 são preventivas e sete temporárias. Além disso, a PF determinou o bloqueio de bens e valores que podem chegar até R$ 640 milhões. Os investigados são acusados de invasão de dispositivo informático, furto por fraude eletrônica e lavagem de dinheiro.

Primeira fase da operação

A primeira fase da Operação Magna Fraus foi deflagrada em julho e visava apurar um grupo criminoso envolvido na lavagem de dinheiro proveniente de fraudes eletrônicas. Na ocasião, foram expedidos mandados de prisão e busca em Goiás e no Pará, focando em suspeitos que utilizavam técnicas avançadas de negociação de criptoativos para ocultar a origem ilícita dos valores.

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