Estratégias da TV Aberta em Tempos de Streaming

A televisão aberta, atualmente e nos próximos anos, manterá sua estrutura baseada em quatro pilares fundamentais: jornalismo, esporte, dramaturgia e realities. Esses elementos se destacam por serem capazes de atrair um público considerável, gerar repercussão e assegurar um mercado publicitário estável.

Os realities, em particular, têm substituído os programas musicais e humorísticos que, com o tempo, deixaram de prender a atenção do público. Esses formatos não apenas estimulam discussões e engajamento diário, mas também criam personagens de maneira natural, sem enfrentar as mesmas barreiras que outros gêneros.

Dessa forma, essas quatro bases, que não podem ser negligenciadas, tornaram-se imprescindíveis para a viabilidade de qualquer emissora. Elas conseguem reunir um alcance, um hábito, uma repercussão e uma identificação popular que nenhuma outra plataforma consegue igualar com a mesma intensidade.

Ao analisarmos a relação entre a TV e o streaming, observa-se que a televisão não tem se esforçado para se assemelhar ao streaming, enquanto essa última, por sua vez, busca cada vez mais se aproximar da TV.

Recentemente, Pedro Rocha, jornalista esportivo e filho do conhecido Fernando Rocha, foi anunciado como o novo integrante da ViU, unidade de marketing de influência e agenciamento digital da Globo. Desde a sua fundação, em 2016, a ViU tem agregado talentos relevantes da emissora, incluindo Eliana, Ticiane Pinheiro, Jorge Igor, Tadeu Schmidt, Wanessa Camargo, Juliette e Milton Cunha.

Além disso, foi confirmada a saída de Marcela Marchi da Jovem Pan, que se junta ao SBT, reforçando o desejo da Anhanguera em aprimorar seu setor comercial, agora sob a direção de Daniel Abravanel. Eduardo Gayer tem se destacado na apresentação do programa “News Noite”, do SBT News, durante as férias de Leandro.

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