Três indivíduos são penalizados por destruir área de preservação no Ganchinho para venda irregular de terrenos
Três pessoas foram multadas em R$ 500 mil cada por desmatamento e venda irregular de terrenos em Curitiba.
Na quarta-feira, três pessoas foram penalizadas em R$ 500 mil cada por promoverem desmatamento e venda irregular de terrenos no bairro Ganchinho, em Curitiba. A ação, que envolveu a Polícia Militar Ambiental e equipes da Prefeitura, teve como objetivo combater a degradação ambiental e a especulação imobiliária na região.
De acordo com o tenente Taborda, os suspeitos estavam atuando em uma área de preservação, derrubando árvores para abrir espaço para novas construções e comercializando lotes destinados à construção de chácaras. “Fomos hoje junto com a equipe da Prefeitura fazer a marcação e identificar os proprietários. Todos foram encaminhados à Polícia Civil e autuados. Faremos novas operações, visto que está aumentando de forma desordenada aquela ocupação, com casas de alto padrão para chácaras de fim de semana”, afirmou o tenente.
Crescente especulação imobiliária
A região do Ganchinho tem sido alvo de crescente especulação e parcelamento irregular do solo. As autoridades locais destacam que a ocupação desordenada tem aumentado, prejudicando a área de preservação e ameaçando a biodiversidade local. As operações de fiscalização visam coibir esse tipo de prática e garantir a proteção ambiental da área.
Novas fiscalizações em andamento
As autoridades anunciaram que novas fiscalizações serão realizadas para monitorar a situação e garantir que a legislação ambiental seja respeitada. O aumento das construções ilegais na região preocupa os órgãos responsáveis pela preservação ambiental, que estão trabalhando para evitar danos maiores ao meio ambiente.
A atuação da Polícia Militar Ambiental e da Prefeitura se intensificará, visando não apenas a autuação dos responsáveis, mas também a conscientização da população sobre a importância da preservação das áreas verdes e da legalidade nas construções. O incentivo à venda de terrenos em áreas de preservação representa uma ameaça não apenas à flora, mas também à fauna local, que depende desses habitats para sobreviver.
Conclusão
O caso em Curitiba serve como um alerta para a importância da fiscalização e do respeito às leis ambientais. A proteção das áreas de preservação é fundamental para a manutenção da biodiversidade e para a qualidade de vida na cidade. A população é convidada a colaborar, denunciando irregularidades e promovendo ações que visem a preservação do meio ambiente.
Fonte: nossodia.com.br
Fonte: Divulgação PMPR