Como o livro “Uma Dobra no Tempo” influencia o desfecho de “Stranger Things”

"Stranger Things" chega ao fim após quinta temporada  • Divulgação/Netflix

A relação entre a obra de Madeleine L'Engle e os eventos finais da série

A obra "Uma Dobra no Tempo" enriquece o enredo de "Stranger Things" na última temporada.

Relação entre “Uma Dobra no Tempo” e “Stranger Things”

O clássico livro de fantasia “Uma Dobra no Tempo”, escrito por Madeleine L’Engle em 1962, faz uma aparição significativa na última temporada de “Stranger Things”, oferecendo uma nova perspectiva ao enredo. Logo no primeiro episódio, a personagem Holly revela ser fã da obra, mencionando um “amigo imaginário” que a acompanha, o que estabelece uma conexão direta com os temas explorados no livro.

A jornada de Holly e Max dentro da mente de Vecna

Quando sequestrada por Vecna, interpretado por Jamie Campbell Bower, Holly começa a utilizar o livro como uma ferramenta para navegar pela realidade distorcida que ela e Max, interpretada por Sadie Sink, enfrentam. A trama se desenrola em um cenário onde o tempo e as identidades são manipulados pelas memórias do vilão. A intersecção entre a narrativa de “Stranger Things” e a obra de L’Engle aprofunda a complexidade da história, explorando a luta contra forças malignas que distorcem a realidade.

Temas de manipulação e controle mental

A obra “Uma Dobra no Tempo” analisa vulnerabilidades emocionais da infância, um conceito que ressoa com as ações de Vecna, que manipula as memórias e emoções de seus alvos, aprisionando-os em distorções psicológicas. Essa relação sugere que os destinos dos personagens de Hawkins estão interligados à luta contra uma realidade criada pela mente de Vecna, semelhante aos desafios enfrentados pelos heróis do livro.

A alusão a Camazotz e a resolução da trama

O próximo episódio da série, intitulado “A Fuga de Camazotz”, parece fazer uma clara referência à cidade do livro onde o mal exerce controle absoluto. Dentro dessa dimensão distorcida, Holly e Max têm a oportunidade de explorar as memórias de Vecna, o que pode revelar conexões inesperadas, como a relação de Vecna com Joyce, a mãe de Will. Através da revivência de traumas e memórias, é possível que elas descubram o momento em que Henry, a forma humana de Vecna, se torna um vilão.

Caminhos para a libertação dos personagens

Seguindo a temática de “Uma Dobra no Tempo”, a conclusão de “Stranger Things” pode envolver a busca por um ponto no tempo em que Vecna perde seu controle, permitindo a libertação dos personagens dessa realidade distorcida. A obra de L’Engle não apenas enriquece a narrativa da série, mas também sugere que a superação do mal pode estar ligada à reconexão com as memórias e traumas do passado.

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Onze (Millie Bobby Brown)
Mike Wheeler (Finn Wolfhard)
Dustin Henderson (Gaten Matarazzo)
Will Byers (Noah Schnapp)
Lucas Sinclair (Caleb McLaughlin)
Max Mayfield (Sadie Sink)
Jonathan Byers (Charlie Heaton)
Nancy Wheeler (Natalia Dyer)
Steve Harrington (Joe Keery)
Jim Hooper (David Harbour)
Joyce Byers (Winona Ryder)
Robin Buckley (Maya Hawke)
Vecna/ Henry Creel (Jamie Campbell)
Erica Sinclair (Priah Ferguson)
Karen Wheeler (Cara Buono)
Holly Wheeler (Nell Fisher)
Murray Bauman (Brett Gelman)
Argyle (Eduardo Franco)
Suzie Bingham (Gabriella Pizzolo)
Vickie (Amybeth McNulty)

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

Fonte: "Stranger Things" chega ao fim após quinta temporada  • Divulgação/Netflix

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