Ex-ministro destaca a importância da coleta de DNA de condenados em postagem nas redes sociais
Sergio Moro celebrou a aprovação de projeto que amplia a coleta de DNA de condenados e recomendou série da Netflix para entender a importância da medida.
Sergio Moro e a defesa da coleta de DNA de condenados
Em 28 de novembro de 2025, o ex-ministro da Justiça e atual senador Sergio Moro, do União Brasil-PR, voltou a enfatizar a importância da coleta de DNA de pessoas condenadas no Brasil. Após a aprovação de um projeto que amplia essa prática pelo Congresso, Moro utilizou suas redes sociais para celebrar a decisão e recomendou a série brasileira “DNA do Crime”, disponível na Netflix, para ajudar a compreender a relevância da medida.
Aprovação do projeto e suas implicações
O Projeto de Lei (PL) foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 25 de novembro. Este novo texto prevê a coleta obrigatória de material genético de todos os condenados que começarem a cumprir pena em regime fechado. Essa mudança visa criar um Banco Nacional de DNA de criminosos que funcione de maneira mais efetiva, aumentando as chances de elucidação de crimes.
Moro destacou em sua publicação: “Agora, o Brasil poderá ter um Banco Nacional de DNA de criminosos que funcione de maneira mais efetiva. Assista à série ‘DNA do Crime’, na Netflix, para entender a importância”. A série, segundo ele, oferece uma visão sobre como a coleta de DNA pode impactar a segurança pública.
A trajetória do projeto na Câmara e no Senado
Antes de ser apreciado pela Câmara, o PL já havia sido aprovado no Senado em agosto de 2023, na forma de um substitutivo apresentado por Moro. A proposta original partiu da senadora Leila Barros (PDT-DF), que buscava uma reformulação na Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984). Atualmente, a coleta de DNA é prevista apenas para condenados por crimes contra a vida e a liberdade sexual, além de crimes dolosos praticados com violência grave.
Mudanças significativas na legislação
Com a aprovação do projeto, outras categorias de delitos, mesmo aqueles sem violência física, passarão a exigir a coleta compulsória de material genético dos condenados. Essa expansão visa não apenas aumentar a eficácia das investigações, mas também prevenir futuros crimes.
Agora, o projeto segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que terá a palavra final sobre sua implementação. Essa mudança legislativa é vista como um passo importante na luta contra a criminalidade no Brasil.
Conclusão
A recomendação de Moro sobre a série “DNA do Crime” reflete seu esforço para conscientizar a população sobre a relevância da coleta de DNA na resolução de crimes. Ao relacionar a medida com uma obra de entretenimento, ele busca engajar o público em uma discussão sobre segurança pública e justiça. Com essa nova diretriz, espera-se que o Brasil avance na modernização das ferramentas de investigação criminal.