Problemas surgem com a transferência de registro para a Polícia Federal.
Dificuldades enfrentadas por caçadores e atiradores após mudança do registro de armas para a Polícia Federal.
A transferência da responsabilidade pelo registro de armas, que era gerida pelo Exército, para a Polícia Federal, gerou um cenário de incertezas e dificuldades para caçadores, atiradores esportivos e colecionadores de armas (CACs). Essa mudança, estabelecida por um decreto de 2024, foi debatida em uma audiência da Comissão de Segurança Pública, onde os CACs expressaram suas preocupações sobre a nova dinâmica de registro e autorização.
Desafios enfrentados pelos CACs
Os representantes do setor relataram uma série de problemas, incluindo atrasos na emissão de registros, autorizações e guias de tráfego, que são essenciais para a legalidade das atividades dos caçadores e atiradores. Esses atrasos não só impactam a rotina dos CACs, mas também geram insegurança e incerteza quanto à legalidade de suas operações.
Resposta da Polícia Federal
Em resposta aos questionamentos, a Polícia Federal informou que está passando por uma reestruturação significativa. Com a intenção de modernizar os processos, o órgão anunciou investimentos em tecnologia e correções no sistema de registro para atender melhor às demandas dos usuários. No entanto, os CACs permanecem céticos quanto à rapidez e eficácia dessas mudanças, uma vez que os problemas já persistem há algum tempo.
Expectativas para o futuro
O debate trouxe à tona a importância de uma comunicação clara e efetiva entre os CACs e a Polícia Federal, visando minimizar os impactos negativos da mudança na legislação. A expectativa é que, com os novos investimentos e melhorias na gestão, a situação se normalize e que os CACs possam operar sem as incertezas que têm enfrentado desde a mudança no registro de armas.
