A eliminação dos Estados Unidos na Copa do Mundo ocorreu em uma partida marcada pela atuação discreta do centroavante Folarin Balogun, que participou da goleada sofrida para a Bélgica, no dia 6 de novembro. A expectativa em torno do jogador era alta, especialmente após uma polêmica que envolveu sua suspensão, a qual foi revista por intervenção do presidente norte-americano, Donald Trump.
No confronto realizado no Lumen Field, em Seattle, Balogun teve uma participação limitada, sendo substituído nos acréscimos do segundo tempo. Durante a partida, ele finalizou três vezes, mas apenas uma delas foi em direção ao gol defendido pelo goleiro belga Thibaut Courtois, que não teve dificuldades para fazer a defesa. O atacante do Monaco teve mais toques na bola na reta final, quando a equipe americana tentou pressionar, mas sem sucesso.
Com um total de apenas 19 toques na bola, Balogun cometeu dois erros em domínios e perdeu a posse em oito ocasiões. Ele sofreu uma falta e completou 6 dos 10 passes que tentou, resultando em uma precisão de 60%. O desempenho do jogador foi avaliado em 6,3 em uma escala de 10, segundo dados disponíveis.
Apesar da eliminação, Folarin Balogun se despede da Copa do Mundo de 2026 como o artilheiro da seleção dos Estados Unidos, tendo marcado quatro gols ao longo do torneio, embora nenhum deles tenha sido anotado após a polêmica que cercou sua participação na competição.
A situação envolvendo Balogun ganhou destaque quando Trump, em uma declaração feita no Salão Oval da Casa Branca, confirmou ter solicitado a Gianni Infantino, presidente da Fifa, uma revisão da suspensão do jogador. O presidente afirmou que Balogun não cometeu infrações que justificassem a punição e que sua ausência em campo seria uma grande injustiça para a equipe.
Trump elogiou a decisão da Fifa em permitir que Balogun jogasse, expressando que a medida evitou uma mancha na imagem da Copa do Mundo. O episódio rapidamente se tornou um dos principais tópicos do torneio, ofuscando discussões sobre estratégias e escalações, além de ressaltar a intersecção entre o esporte e a política.