A inteligência de Israel comunicou ao governo dos Estados Unidos a descoberta de um suposto plano do Irã para assassinar o presidente Donald Trump. A informação foi revelada por uma emissora internacional, que ouviu fontes com conhecimento do assunto. Um relatório com as conclusões da análise israelense foi apresentado ao chefe da Casa Branca.
Fontes do governo americano levantaram a hipótese de que o documento enviado por Israel poderia ter a intenção de influenciar as decisões de Trump em relação ao Irã. Até o momento, nenhum detalhe público foi divulgado sobre o conteúdo da suposta ameaça ou sobre as possíveis medidas que poderiam ser adotadas após o recebimento do relatório.
Recentemente, Trump expressou sua crença de que está entre os principais alvos do regime iraniano, fazendo declarações contundentes sobre a situação. Ele mencionou: "Estou em todas as listas. Vi esta manhã que estou em todas as listas deles. E até agora, acho que tive um pouco de sorte, mas talvez isso não dure muito".
Em seguida, o presidente americano criticou o governo do Irã, defendendo uma resposta enérgica à ameaça: "Essas pessoas são más e doentes. E temos que erradicar esse câncer. Esse câncer. Sabe o que se faz? É preciso extirpar o câncer logo no início. E é assim que me sinto".
Esta revelação ocorre em um contexto de crescente tensão militar entre Estados Unidos e Irã. Nos últimos dias, ambos os países trocaram ataques, rompendo um cessar-fogo que havia estado em vigor por algumas semanas. As forças americanas realizaram operações militares em resposta a supostos ataques iranianos contra embarcações no Estreito de Ormuz.
Em contrapartida, o Irã lançou ofensivas contra posições militares dos Estados Unidos localizadas no Bahrein e no Kuwait. Até o presente momento, as autoridades iranianas não se pronunciaram oficialmente sobre o suposto plano mencionado pela inteligência israelense, e não há confirmação pública de uma investigação criminal relacionada ao caso.