Prisão de Filipe Martins gera polêmica e acusações de perseguição política

m colorida,Jeffrey Chiquini, advogado de Filipe Martins- Metrópoles

Advogado defende ex-assessor de Bolsonaro como vítima de um regime autoritário.

Advogado afirma que Filipe Martins é um 'preso político' após prisão decretada pelo STF.

A prisão preventiva de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, aconteceu nesta sexta-feira, 2 de janeiro de 2026, e gerou uma onda de reações. O advogado de Martins, Jeffrey Chiquini, não hesitou em classificar o cliente como um “preso político”, alegando que ele é mais um alvo de um regime que considera autoritário.

Martins estava em prisão domiciliar desde 27 de dezembro de 2025 e utilizava tornozeleira eletrônica. A ordem para sua nova detenção partiu do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Chiquini criticou a decisão, afirmando que a prisão é uma medida de vingança e uma antecipação do cumprimento da pena, que ainda é passível de recursos.

Contexto da Prisão

A situação de Filipe Martins é complexa e envolve uma série de acusações. Ele foi condenado a 21 anos de prisão no julgamento do núcleo 2 de uma organização criminosa, que, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), visava manter Bolsonaro no poder. Seu advogado destaca que Martins, além de estar proibido de usar redes sociais, deveria seguir algumas medidas cautelares impostas por Moraes, como a entrega do passaporte e a suspensão do porte de armas.

O Uso das Redes Sociais

A prisão de Martins foi decretada após uma denúncia que sugeria o uso de sua conta no LinkedIn para interagir com outros perfis. Moraes havia solicitado uma explicação sobre essa atividade, e a defesa teve apenas 24 horas para se manifestar. O advogado Chiquini afirmou que se reunirá com sua equipe para discutir os próximos passos, incluindo a possibilidade de recorrer da decisão do ministro.

Reações e Implicações

A prisão de Filipe Martins não só impacta sua vida pessoal, mas também gera discussões mais amplas sobre a liberdade política no Brasil. O uso do termo “preso político” por sua defesa ressoa em um contexto em que muitos veem as ações do STF como uma forma de silenciamento de vozes dissidentes. Chiquini enfatizou que a luta por justiça e liberdade continuará, indicando que essa questão não ficará restrita apenas ao âmbito judicial.

A situação de Martins e as reações que ela provoca ilustram um momento tenso na política brasileira, onde as linhas entre justiça e perseguição política parecem cada vez mais borradas.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: m colorida,Jeffrey Chiquini, advogado de Filipe Martins- Metrópoles

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