Retorno ao cargo de escrivão é determinado para Eduardo Bolsonaro

Leonardo Marques/Ministério da Ciência

Decisão da Polícia Federal ocorre após perda de mandato

Eduardo Bolsonaro é convocado pela Polícia Federal após perder o mandato na Câmara dos Deputados.

Após a perda de seu mandato como deputado federal, Eduardo Bolsonaro foi oficialmente convocado pela Polícia Federal para retornar ao seu cargo de escrivão. Essa decisão, publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira, marca o fim do afastamento que havia sido concedido para o exercício da função parlamentar.

A convocação se deu após a cassação do mandato de Eduardo, que ocorreu no dia 18 de dezembro de 2025, devido ao excesso de faltas nas sessões da Câmara, ultrapassando o limite permitido pela legislação vigente. Durante seu período de licença, Eduardo Bolsonaro estava residindo nos Estados Unidos, alegando temer perseguições políticas e judiciais no Brasil.

Contexto da Cassação

Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi eleito pelo estado de São Paulo, mas sua atuação no Congresso foi marcada por uma série de ausências. A Mesa Diretora da Câmara não aceitou suas tentativas de justificar as faltas, que foram consideradas injustificadas, levando à sua cassação.

Detalhes da Convocação

O ato que determina o retorno de Eduardo ao cargo foi assinado pelo diretor de Gestão de Pessoas da Polícia Federal e estabelece que ele deve retornar imediatamente ao exercício de sua função, mesmo que inicialmente apenas para regularização funcional. O retorno é obrigatório, independentemente da localização atual do servidor, e a falta injustificada pode levar à abertura de processos administrativos e disciplinares.

Repercussões e Expectativas

Essa decisão da Polícia Federal gera um debate sobre a eficácia e os limites da atuação dos parlamentares, bem como sobre as consequências de suas ausências. A situação de Eduardo também levanta questões sobre a dinâmica política e a relação entre os ex-membros da administração pública e o atual governo.

A convocação de Eduardo Bolsonaro para retornar ao cargo de escrivão não é apenas uma questão administrativa, mas sim um reflexo das regras que regem a função pública e a responsabilidade dos representantes eleitos. Com essa medida, a PF reitera a importância da presença e do comprometimento dos servidores públicos em suas funções.

Fonte: baccinoticias.com.br

Fonte: Leonardo Marques/Ministério da Ciência

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