Presidência define superávit e prioridades orçamentárias para o ano.
Presidência sanciona LDO de 2026, mas veta reajuste do Fundo Partidário.
O cenário orçamentário para 2026 está definido com a sanção da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pelo presidente Lula. A nova legislação estabelece as prioridades de despesas e a meta fiscal do governo, que persegue um superávit de R$ 34 bilhões. No entanto, destaca-se o veto presidencial ao trecho que modificava os critérios de cálculo dos recursos destinados ao Fundo Partidário, um ponto que promete gerar debates no Congresso Nacional.
O impacto do veto no Fundo Partidário
O veto ao reajuste do Fundo Partidário pode afetar a distribuição de recursos entre os partidos políticos, levantando questões sobre a eficácia e a transparência do uso desse fundo. A manutenção ou derrubada do veto será decidida pelo Congresso, que poderá reverter a decisão do Executivo.
O que esperar do Congresso?
A discussão sobre o veto ao Fundo Partidário deve mobilizar diferentes partidos e suas estratégias para o ano eleitoral. As possíveis repercussões incluem:
Debates acalorados: A expectativa é de que haja intensos debates sobre a necessidade de ajustes nos recursos.
Alianças políticas: O tema poderá influenciar as alianças e estratégias eleitorais dos partidos.
- Impactos financeiros: Mudanças no Fundo Partidário têm o potencial de impactar campanhas e a operação dos partidos.
Serviço e segurança na gestão orçamentária
A LDO de 2026, ao estabelecer um superávit fiscal, busca garantir a saúde financeira do país, mas a eficácia dessa medida dependerá da execução orçamentária e da fiscalização por parte do Legislativo. Com a palavra, o Congresso.
