Influenciadora rebate ataques à aparência da criança em suas redes sociais.
Graciele Lacerda se posiciona contra comentários ofensivos sobre sua filha Clara e compartilha reflexões sobre empatia.
Graciele Lacerda, influenciadora e esposa do cantor Zezé Di Camargo, recentemente se viu obrigada a se manifestar após receber comentários negativos sobre sua filha Clara, que completou um ano no dia 25 de dezembro. A situação gerou um desabafo importante sobre a necessidade de empatia nas redes sociais.
Bullying nas redes sociais
Graciele compartilhou um comentário ofensivo que recebeu, onde uma internauta questionava ironicamente quanto ela “cobrava para assombrar uma casa de três cômodos”. Em resposta, a influenciadora declarou: “Começar o ano lendo uma mensagem assim diz mais sobre quem escreve do que sobre quem recebe. Desejo que em 2026 não te falte amor, empatia e Deus no coração”. Essa resposta direta destaca a importância de se posicionar contra o bullying e a necessidade de um ambiente online mais acolhedor.
A experiência de outros pais
A situação de Graciele não é única. Ary Mirelle, mãe de dois filhos e casada com o cantor João Gomes, também falou sobre as dificuldades enfrentadas ao expor a rotina de seus filhos nas redes sociais. Após receber críticas direcionadas ao seu primogênito, ela decidiu adotar uma postura mais cautelosa ao compartilhar momentos da vida familiar.
Ary revelou que mensagens agressivas a deixaram em choque, levando-a a refletir sobre o impacto da exposição online.
A influenciadora destacou que as críticas muitas vezes vêm de pessoas que não conhecem a realidade por trás das postagens.
Dicas para proteger os filhos na internet
Com o aumento do bullying digital, é fundamental que os pais adotem medidas para proteger seus filhos. Aqui estão algumas dicas:
Limite a exposição: Escolha o que compartilhar e evite mostrar a rotina completa dos filhos.
Monitore comentários: Esteja atento às interações nas publicações para identificar possíveis ataques ou críticas.
Converse com os filhos: Ensine-os a lidar com críticas e a importância de se proteger emocionalmente.
Promova empatia: Incentive um ambiente de respeito e amor, tanto online quanto offline.
Conclusão
As experiências de Graciele e Ary ressaltam a necessidade urgente de discutir o bullying nas redes sociais, especialmente quando se trata de crianças. A empatia, o respeito e a proteção dos menores devem ser prioridades, não apenas nas interações virtuais, mas em toda a sociedade.
Fonte: www.purepeople.com.br
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