Benefícios do INSS terão aumento a partir de 2 de fevereiro de 2026
Aposentadorias do INSS terão reajuste de 3,90% a partir de fevereiro de 2026, conforme dados do IBGE.
Reajuste das aposentadorias do INSS em fevereiro de 2026
Em 2 de fevereiro de 2026, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receberão um reajuste de 3,90%. Esse aumento é significativo para aqueles que recebem benefícios acima do salário mínimo, que passará de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,54. O reajuste é baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que teve um aumento de 0,21% em dezembro de 2025.
O impacto do INPC nos reajustes
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor é um dos principais indicadores usados para calcular reajustes de benefícios sociais. Em dezembro, o INPC registrou uma alta de 0,21%, um aumento de 0,18 ponto percentual em comparação a novembro, onde o índice foi de apenas 0,03%. Esse aumento é um reflexo das pressões inflacionárias que o país enfrenta.
Comparativo com anos anteriores
O reajuste de 3,90% é o menor desde 2023, quando o INPC subiu apenas 3,71%. Em 2025, os aposentados e pensionistas tiveram um aumento de 4,77%. A nova correção, portanto, demonstra uma tendência de queda nos reajustes aplicados aos benefícios do INSS, evidenciando a situação econômica atual.
Pagamentos programados
Os pagamentos do novo valor começarão a ser feitos em 26 de janeiro de 2026 para aqueles que recebem o salário mínimo, fixado em R$ 1.621. Já os segurados que recebem acima desse valor terão seus créditos liberados a partir de 2 de fevereiro. O reajuste integral será aplicado aos aposentados e pensionistas que já tinham o benefício ativo em 1º de fevereiro de 2025. Para os que foram beneficiados após essa data, o aumento será proporcional ao tempo de recebimento.
Considerações finais
A correção dos benefícios do INSS é uma medida necessária para garantir que os aposentados e pensionistas possam lidar com o custo de vida crescente, mesmo que o aumento não represente um ganho real. A inflação acumulada de 4,26% em 2025 mostra que os desafios econômicos ainda persistem, e essas medidas são essenciais para a manutenção do poder de compra dos segurados.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
