Santander aponta vencedores e perdedores no setor varejista durante o torneio.
Santander prevê que Mercado Livre e Grupo SBF se destaquem durante a Copa do Mundo 2026.
Copa do Mundo 2026 e o varejo brasileiro
A Copa do Mundo 2026, programada para ocorrer em várias cidades, traz expectativas de grandes mudanças no mercado varejista. De acordo com uma análise realizada pelo Santander, os varejistas Mercado Livre (MELI34) e Grupo SBF (SBFG3) estão bem posicionados para tirar proveito do evento.
Oportunidades e Desafios para o Varejo
Apesar das oportunidades, o estudo aponta que algumas varejistas, especialmente aquelas focadas em moda, como Lojas Renner (LREN3) e C&A (CEAB3), podem enfrentar dificuldades. O impacto da Copa do Mundo deve ser considerado em dois fatores cruciais: a programação dos jogos e o desempenho da seleção brasileira.
Expectativas de Vendas e Consumo
A análise prevê que a maior duração do torneio, que contará com 48 equipes e um número maior de partidas, pode afetar a dinâmica de consumo. Os horários dos jogos, programados para 19h e 22h (horário de Brasília), podem interferir no fluxo de clientes nas lojas físicas, especialmente nos dias de jogo.
Grupo SBF e Mercado Livre em Destaque
O Grupo SBF, em particular, deverá se beneficiar com um aumento na demanda por camisas de seleções e outros produtos relacionados ao futebol. Por outro lado, o Mercado Livre é visto como uma plataforma que poderá capitalizar sobre a venda de artigos esportivos e eletrônicos. Além disso, varejistas como Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) devem se beneficiar da maior procura por produtos como televisores.
Efeitos Negativos Previsto para o Setor de Moda
O impacto geral da Copa do Mundo deve ser negativo para o varejo, especialmente no setor de moda. O Santander espera que as vendas totais do varejo diminuam no segundo e terceiro trimestres de 2026. Isso se deve à expectativa de um fluxo reduzido de clientes nas lojas.
Varejo de Alimentos e Produtos Básicos
Enquanto o varejo de moda pode sofrer, o setor de produtos básicos deve ser menos afetado. A demanda por alimentos e itens essenciais tende a ser mais resiliente, com algumas categorias, como carnes para churrasco e bebidas alcoólicas, podendo ver um aumento nas vendas durante o torneio.
Conclusão
A Copa do Mundo 2026, com suas oportunidades e desafios, modifica a perspectiva do varejo brasileiro. A análise do Santander destaca a necessidade de adaptação das estratégias de venda para maximizar os benefícios e mitigar os impactos negativos que o torneio pode trazer.
Fonte: www.moneytimes.com.br
Fonte: Copa do Mundo varejo
