Trump considera intervenção militar potencial no Irã em meio a protestos

Presidente avalia opções de ação após aumento de violência e mortes no país

Trump considera intervenção militar no Irã após protestos mortais.

Intervenção militar no Irã: a análise de Trump sobre opções

O presidente Donald Trump está atualmente considerando uma série de opções de intervenção militar no Irã, em resposta a protestos que se tornaram cada vez mais violentos nas últimas semanas. Segundo informações de dois oficiais norte-americanos, Trump foi briefado sobre diferentes planos que poderiam ser implementados caso a situação no país se deteriorasse ainda mais.

Recentemente, o Irã tem enfrentado uma onda de manifestações que resultaram em dezenas de mortes e numerosas prisões. As discussões em torno da intervenção militar incluem alvos específicos, como os serviços de segurança iranianos, que têm sido utilizados para reprimir os protestos. No entanto, há um receio significativo dentro da administração de que ações militares possam ter um efeito contrário, unindo os iranianos em apoio ao governo.

Os oficiais destacaram que, embora várias opções tenham sido apresentadas ao presidente, a maioria delas não envolveria o envio de tropas ao Irã. A crescente pressão para agir se intensificou à medida que o número de vítimas aumentou. De acordo com a Human Rights Activists News Agency (HRANA), 116 pessoas foram mortas desde o início dos protestos em todas as 31 províncias do país, embora a verdadeira extensão das fatalidades possa ser ainda maior, devido a restrições severas de comunicação impostas pelas autoridades.

Trump, por meio de suas redes sociais, expressou apoio ao povo iraniano, afirmando que o país estava em busca de liberdade, talvez como nunca antes. Ele também fez declarações contundentes, afirmando que os EUA intervirão se o regime de Teerã continuar a usar violência mortal contra os manifestantes. Durante uma reunião com executivos do setor de petróleo, Trump declarou: “Se eles começarem a matar pessoas como fizeram no passado, nós iremos nos envolver. E isso não significa enviar tropas, mas significa atingir onde dói muito.”

Na sequência dessas declarações, o secretário de Estado, Marco Rubio, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discutiram a situação no Irã, assim como os desdobramentos na Síria e em Gaza. O exército israelense (IDF) também declarou que está monitorando a situação no país, ressaltando que, embora as manifestações sejam um assunto interno iraniano, eles estão preparados defensivamente e aprimorando suas capacidades operacionais.

Netanyahu, por sua vez, convocou uma consulta de segurança para discutir os recentes acontecimentos no Irã e no Líbano, indicando que a situação na região está se tornando cada vez mais complexa e preocupante para a segurança israelense. O contexto atual exige uma análise cuidadosa de todas as opções disponíveis, enquanto a comunidade internacional observa de perto o desenrolar dos eventos no Irã.

Fonte: www.cnn.com

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