Cuba defende soberania após ameaças de Trump e reafirma independência

m colorida mostra presidente de Cuba - Metrópoles

Miguel Díaz-Canel responde às declarações do presidente dos EUA sobre Cuba.

Díaz-Canel rebateu ameaças de Trump e defendeu a soberania cubana. A declaração foi feita na rede social X.

Resposta de Cuba às ameaças de Trump

Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, divulgou neste domingo (11/1) uma mensagem contundente na rede social X, onde rebateu as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A defesa da soberania de Cuba foi o ponto central de sua manifestação.

Contexto das ameaças de Trump

Na ocasião, Trump afirmou que “não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba” vindo da Venezuela, em alusão à captura de Nicolás Maduro por forças dos EUA. O presidente norte-americano sugeriu que Havana deveria considerar um acordo com Washington antes que a situação se torne insustentável. Essa declaração levanta questões sobre a possibilidade de uma nova interferência dos EUA nas políticas de Cuba, semelhante ao que ocorreu recentemente na Venezuela.

Implicações políticas

A declaração de Trump inclui a proposta de que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, poderia assumir a presidência de Cuba, o que, na prática, sugere uma possível mudança drástica na governança cubana. Essa ideia gera preocupações sobre a perda de autonomia e a interferência direta dos Estados Unidos nos assuntos internos de Cuba, algo que o governo cubano se opõe veementemente.

Reação de Díaz-Canel

Díaz-Canel utilizou sua plataforma para reafirmar a independência cubana e desmentir as ameaças. Ele enfatizou a história de resistência do povo cubano e sua determinação em manter a soberania, apesar das pressões externas. A resposta do presidente cubano é um reflexo da firme posição de seu governo em face das adversidades e das tentativas de controle externas.

Tensão entre Cuba e EUA

A relação entre Cuba e os Estados Unidos tem sido marcada por tensões históricas, que se intensificaram nas últimas semanas. A sugestão de Trump para um acordo e a possível ascensão de um político norte-americano ao poder em Cuba ressoam com um passado de intervenções estrangeiras que Cuba busca evitar a todo custo. Essas dinâmicas reforçam a importância de Cuba em manter sua identidade e sua política independente, mesmo diante de ameaças de um dos seus vizinhos mais poderosos.

Conclusão

A manifestação de Miguel Díaz-Canel é um apelo à soberania de Cuba, destacando a resiliência do país em não se submeter a condições impostas por potências estrangeiras. A situação atual demanda uma vigilância constante sobre as relações internacionais e uma defesa inabalável dos direitos de autodeterminação do povo cubano.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: m colorida mostra presidente de Cuba – Metrópoles

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