A 43ª Oficina de Música de Curitiba destaca o talento de crianças na música tradicional
A 43ª Oficina de Música de Curitiba revela jovens talentos na música popular com viola caipira e acordeom.
Cultura popular e os jovens músicos
A 43ª Oficina de Música de Curitiba, realizada em janeiro de 2026, mostra que a cultura popular brasileira tem um futuro promissor. Em um mundo cada vez mais digital, ritmos tradicionais se renovam nas mãos de jovens talentos. Entre os participantes, destaca-se Sofia Barros Moreira, uma menina de 10 anos que se dedica ao aprendizado da viola caipira. Ao seu lado, Jaime Guzzo Neto, também com 10 anos, se destaca no acordeom. Ambos representam uma nova geração que busca resgatar e manter viva a música de raiz.
Sofia e sua paixão pela viola caipira
Sofia Barros Moreira, oriunda de Sapopema, no interior do Paraná, surpreende a todos com sua habilidade no dedilhar das cordas da viola. Desde pequena, ela se inspira em Tião Carreiro, um dos grandes nomes da música caipira. “Comecei com umas aulinhas no Youtube só para brincar e acabei me apaixonando pela viola”, conta Sofia. Ela divide seu tempo entre as aulas e as atividades escolares, tendo encontrado na internet uma ferramenta essencial para seu aprendizado.
A história de Jaime e seu acordeom
Jaime Guzzo Neto, por outro lado, começou sua jornada musical aos 5 anos, quando seu pai lhe deu uma gaita de 8 baixos. Natural de Roraima, Jaime é descrito como um garoto com um talento natural para a música. Ele faz aulas com o professor Guilherme Seifert e, apesar de sua juventude, já impressiona com suas improvisações e habilidades no acordeom. “O acordeom soa mais forte e ganha a minha preferência”, afirma Jaime, que também aprecia outros estilos musicais além do sertanejo.
A importância da Oficina de Música
A Oficina de Música não apenas oferece um espaço para o aprendizado, mas também promove a interação entre estudantes e professores, permitindo trocas valiosas de experiências. Professores como Bruno Takashy, que ensina Sofia, e André Ribas, que orienta Jaime, são fundamentais para motivar os jovens músicos. Eles acreditam que a nova geração é essencial para que a cultura sertaneja e a música de raiz não se percam.
Desafios e conquistas
Ambos os jovens enfrentam desafios em sua trajetória musical, mas a conexão que desenvolveram com seus instrumentos e professores é uma motivação constante. A Oficina de Música de Curitiba se torna, assim, um palco para que esses novos talentos mostrem suas habilidades e contribuam para a continuidade da música popular brasileira. O futuro da música de raiz parece estar em boas mãos com esses pequenos grandes músicos, que, por meio de sua dedicação, garantem que a cultura popular continue a ser celebrada e apreciada.
Conclusão
Com o apoio de iniciativas como a 43ª Oficina de Música de Curitiba, a cultura popular brasileira encontra novos defensores. Sofia e Jaime são exemplos de como, mesmo em tempos de inovação tecnológica, a música tradicional ainda pode ressoar e conquistar corações. Assim, o legado da música caipira e do acordeom se mantém vivo e forte, prometendo continuar a encantar novas gerações.
Fonte: www.curitiba.pr.gov.br
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
