Presidente dos EUA alerta sobre possíveis ações em resposta a execuções de manifestantes
Trump alerta que EUA tomarão medidas enérgicas se o Irã executar manifestantes detidos durante protestos.
Ameaças de Trump ao Irã em resposta a execuções
No dia 13 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma declaração contundente sobre a possibilidade de execuções no Irã. Durante uma entrevista à CBS News, Trump afirmou que o governo norte-americano adotará “medidas muito enérgicas” se o regime iraniano prosseguir com a execução de manifestantes detidos, uma questão que se tornou relevante em meio a uma onda de protestos no país que já dura mais de duas semanas.
Trump reagiu especificamente à notícia de que o governo do Irã planeja executar Erfan Soltani, um manifestante de 26 anos, o que gerou preocupações internacionais e uma declaração do Departamento de Estado dos EUA. A nota oficial informou que mais de 10.600 iranianos foram presos simplesmente por exigirem seus direitos básicos. A situação é alarmante, pois Soltani é um dos detidos condenados à morte.
Aumento das tensões
Embora Trump tenha declarado que não tinha informações oficiais sobre execuções, ele reforçou seu alerta, ressaltando a gravidade da situação. O presidente não apenas expressou preocupação, mas também incentivou os iranianos a continuarem seus protestos na luta contra a opressão. “Patriotas iranianos, continuem protestando. Derrubem suas instituições. A ajuda está a caminho”, escreveu Trump em uma mensagem direta aos manifestantes.
O apelo de Trump foi feito em um contexto onde cerca de 2.000 pessoas já teriam perdido a vida desde o início das manifestações. Os protestos, que começaram com queixas sobre a crise econômica, rapidamente se transformaram em um clamor pela derrubada do regime, que está no poder desde 1979.
Resposta internacional e possíveis sanções
Além das ameaças de Trump, ele também anunciou que qualquer país que mantiver relações comerciais com o Irã poderá enfrentar uma tarifa de 25% sobre o comércio com os Estados Unidos. Essa medida visa aumentar a pressão econômica sobre Teerã, que já enfrenta desafios internos significativos devido à insatisfação popular.
O regime do aiatolá Ali Khamenei, por sua vez, impôs um apagão quase total da internet, dificultando a comunicação e a verificação independente das informações que chegam do país. As forças de segurança, segundo relatos, têm agido com extrema violência contra os manifestantes, disparando diretamente sobre eles em várias localidades, como na cidade de Isfahan.
O futuro das manifestações
As manifestações no Irã não mostram sinais de arrefecimento, e a comunidade internacional observa atentamente a situação. Com o aumento das tensões e as ameaças de Trump, a expectativa é de que o governo iraniano reaja às pressões externas. A situação permanece crítica, e os desdobramentos nas próximas semanas serão cruciais para determinar o futuro do regime e o destino dos manifestantes detidos.
Trump, ao adotar uma postura mais agressiva, busca não apenas apoiar os manifestantes iranianos, mas também reafirmar o compromisso dos Estados Unidos com a promoção dos direitos humanos em todo o mundo. No entanto, as consequências de suas ações e palavras podem ter repercussões significativas tanto para o Irã quanto para a política internacional como um todo.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: m colorida mostra Donald Trump
