Silvio Costa Filho planeja ampliar para 25% o número de aviões da Embraer no mercado nacional até 2026
Ministro Silvio Costa Filho planeja dobrar participação da Embraer no setor aéreo doméstico até 2026, visando 25% do mercado.
O objetivo de dobrar participação da Embraer no mercado aéreo doméstico
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, manifestou em 14 de junho de 2024 a meta clara de dobrar a participação da Embraer no mercado doméstico de aviação do Brasil até 2026. Atualmente, a companhia detém cerca de 12% desse mercado, que o governo deseja ampliar para 25%. Essa estratégia destaca a prioridade dada para fortalecer a indústria aérea nacional e ampliar a competitividade da Embraer perante concorrentes globais.
Comparação internacional evidencia desafios e oportunidades para Embraer
Costa Filho ressaltou que países com indústrias aeronáuticas consolidadas, como os Estados Unidos e França, possuem fabricantes que dominam grande parte de seus mercados locais. Nos EUA, a Boeing representa aproximadamente 50% do total da aviação doméstica, enquanto na França a Airbus ocupa cerca de 48%. Esses números servem de parâmetro para o Brasil buscar ampliar a representatividade da Embraer no cenário interno, inspirando-se em exemplos mundiais de sucesso e incentivo à indústria nacional.
Papel das companhias aéreas Gol e Azul na expansão da Embraer
Um fator essencial para alcançar a meta de 25% no mercado doméstico é a ampliação da compra de aeronaves da Embraer por grandes companhias aéreas brasileiras. O ministro expressou torcida para que Gol e Azul aumentem seus investimentos em aviões da fabricante nacional. A iniciativa colaboraria não só para a expansão da Embraer, mas também para a dinamização do setor aéreo nacional, promovendo mais voos regionais e conectividade em diversas cidades.
Impactos econômicos e estratégicos para o Brasil com a expansão da Embraer
Dobrar a participação da Embraer no mercado doméstico pode impulsionar a geração de empregos, fomentar a cadeia produtiva aeronáutica e estimular a inovação tecnológica no país. Além disso, fortalecer um fabricante nacional contribui para a soberania tecnológica e reduz a dependência de empresas estrangeiras no setor estratégico da aviação. A iniciativa do governo brasileiro é vista como um passo importante para consolidar o Brasil entre os principais polos do setor aeronáutico mundial.
Perspectivas para o futuro da indústria aeronáutica nacional
O plano do Ministério de Portos e Aeroportos sinaliza um compromisso governamental com o desenvolvimento sustentável da indústria aeronáutica brasileira. Manter o foco na Embraer e seu papel no mercado interno pode gerar efeitos positivos no posicionamento global da empresa. A expectativa é que até 2026 a participação aumente significativamente, refletindo crescimento econômico e maior competitividade do setor aéreo nacional.
Fonte: www.moneytimes.com.br
