Crise convulsiva: saiba como agir corretamente ao presenciar

Henri Castelli convulsiona durante prova do líder (Reprodução / X)

Entenda orientações essenciais para primeiros socorros em situações de convulsão e os cuidados que podem evitar complicações graves

Conheça os passos essenciais para agir ao presenciar uma crise convulsiva e evitar erros que podem agravar a situação.

Como agir corretamente ao presenciar uma crise convulsiva

A crise convulsiva exige medidas rápidas e precisas para garantir a segurança da pessoa afetada. No episódio envolvendo o ator Henri Castelli no BBB26 em 14/1, a crise convulsiva chamou atenção para a importância do conhecimento público sobre o tema. Conforme o neurologista Dr. Sergio Jordy, o primeiro passo é manter a calma e garantir que o paciente esteja em um local seguro, longe de móveis ou objetos cortantes que possam causar ferimentos.

Afrouxar roupas apertadas e colocar o paciente de lado são medidas fundamentais para evitar engasgamento por saliva ou vômito. Além disso, é crucial chamar socorro médico imediatamente. Um erro comum a ser evitado é tentar abrir a boca do paciente ou segurar sua língua, práticas que podem causar lesões graves tanto para quem ajuda quanto para a vítima.

Cuidados preventivos durante a crise para minimizar traumas

Durante os movimentos involuntários da convulsão, apoiar a cabeça do paciente com um objeto macio, como um casaco ou bolsa, ajuda a reduzir a possibilidade de traumatismos cranianos. O neurologista destaca que, apesar do impacto visual da crise, na maioria dos casos ela é breve e não deixa sequelas permanentes.

Contudo, é importante estar atento para convulsões que durem mais de cinco minutos, crises repetidas sem recuperação e traumas decorrentes da queda ou de movimentos bruscos. Nesses casos, os riscos de danos são maiores e a intervenção médica urgente é essencial.

Quando buscar atendimento médico após uma crise convulsiva

Toda crise convulsiva deve ser avaliada por profissionais de saúde para identificar possíveis causas e evitar complicações futuras. A recomendação é procurar atendimento especialmente se a convulsão durar mais de alguns minutos, se for a primeira ocorrência, ou se vier acompanhada de quedas e batidas que possam ter provocado lesões.

Avaliações detalhadas ajudam a diagnosticar condições subjacentes como AVC, tumores ou meningite, que podem provocar crises convulsivas e exigir tratamentos específicos. Além disso, o acompanhamento médico pode prevenir riscos maiores, como a aspiração de secreções ou traumas secundários.

Impacto da informação correta na prevenção de complicações graves

A desinformação sobre o que fazer durante uma crise convulsiva pode agravar o quadro clínico e aumentar o risco de sequelas. Por isso, campanhas educativas e orientações claras são vitais para capacitar o público e profissionais não especializados a agir com segurança.

O caso recente de uma personalidade pública reforçou a necessidade de ampliar o conhecimento coletivo sobre emergências neurológicas. Saber posicionar adequadamente o paciente, não realizar procedimentos inadequados e solicitar socorro são atitudes que podem salvar vidas.

Considerações finais sobre a crise convulsiva e a importância do preparo

Embora crises convulsivas causem apreensão, entender seu funcionamento e as medidas corretas de primeiros socorros reduz o medo e melhora os resultados para quem sofre o episódio. A informação adequada é um instrumento poderoso para que familiares, colegas e espectadores estejam preparados para ajudar de forma segura e eficaz.

Fonte: portalleodias.com

Fonte: Henri Castelli convulsiona durante prova do líder (Reprodução / X)

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