Por que o BBB vicia milhões de brasileiros, segundo neurocientista

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Entenda os mecanismos cerebrais que tornam o Big Brother Brasil um fenômeno de apego emocional e entretenimento compulsivo

A neurociência explica por que o BBB vicia milhões de brasileiros, ao ativar ciclos cerebrais de recompensa e criar vínculos emocionais intensos.

O fenômeno do BBB e o apego emocional do público

O BBB vicia milhões de brasileiros ao envolver intensamente o cérebro em um ciclo de antecipação e recompensa, conforme explica a neurocientista Daiana Petry. A cada episódio, o público experimenta micro-picos de excitação neural associados a momentos cruciais como Paredões, brigas e revelações dentro da casa mais vigiada do país. Essa resposta cerebral faz com que o programa seja tratado como um evento emocionalmente relevante e previsível do dia a dia, algo que o espectador sente a necessidade de acompanhar para manter sua estabilidade afetiva.

A dopamina e o ciclo de recompensa no consumo do reality

Segundo Daiana, o cérebro ativa a dopamina não apenas quando algo acontece no reality, mas também na expectativa do que está por vir, criando um ciclo semelhante ao de jogos e hábitos repetitivos. Esse processo gera um hiperfoco, marcado por atenção estreitada e pensamento recorrente, dificultando o desligamento mesmo após o término do episódio. A repetição diária desse circuito faz com que o BBB se torne fonte principal de estímulos emocionais, reforçando o vício no conteúdo.

A ativação dos sistemas primitivos do cérebro e a empatia pelo grupo

O envolvimento emocional do público com o BBB está conectado à ativação de três sistemas cerebrais primitivos: pertencimento, ameaça social e empatia. O sentimento de pertencer a um grupo e o medo da rejeição ou exclusão motivam a identificação com os participantes. Além disso, a empatia faz com que o cérebro reaja como se estivesse vivendo diretamente as experiências observadas, reforçando a intensidade das emoções sentidas durante as dinâmicas do programa.

Vínculo parassocial: a proximidade emocional com os participantes

A neurocientista explica que o apego aos brothers e sisters se dá por um vínculo parassocial, onde o cérebro cria laços emocionais com pessoas vistas repetidamente em contextos íntimos. Conhecer histórias, fragilidades e conflitos dos competidores gera uma sensação de proximidade comparável à interação real, o que intensifica a dedicação e o interesse do público pelo reality show.

O BBB como escape emocional em tempos de incerteza

Daiana Petry destaca que, em contextos de instabilidade social e emocional, o BBB oferece uma estrutura narrativa previsível e organizada que simboliza a resolução de conflitos de forma semanal. Esse formato funciona como um escape emocional para muitos brasileiros, que encontram no reality uma forma de aliviar tensões e emoções que não conseguem resolver em seu cotidiano, refletindo uma população emocionalmente sobrecarregada que busca alívio e entretenimento simultaneamente.

Estratégias para equilibrar o impacto emocional do reality

Para evitar que o hiperfoco no BBB gere ansiedade ou prejudique a saúde mental, a neurocientista sugere o uso de óleos essenciais com ação moduladora sobre a dopamina e a ansiedade antecipatória, como limão siciliano, bergamota e patchouli. A inalação pontual desses óleos antes dos episódios ou durante momentos de ruminação pode ajudar a expandir o campo atencional do cérebro e reduzir a compulsão por estímulos contínuos, auxiliando no equilíbrio emocional do espectador.

Fonte: www.purepeople.com.br

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