Resident Evil Requiem revoluciona sobrevivência com zumbis mais inteligentes e criação de itens com sangue

A nova edição da saga traz campanhas distintas, inimigos que preservam hábitos humanos e uma mecânica de crafting inovadora

Resident Evil Requiem apresenta zumbis com hábitos humanos e um sistema de crafting baseado em sangue para intensificar a sobrevivência.

Duas campanhas distintas em Resident Evil Requiem redefinem o gênero

Resident Evil Requiem, a nona parcela principal da franquia da Capcom, será lançado dentro de um mês, prometendo uma experiência renovada para fãs e novos jogadores. A keyphrase Resident Evil Requiem aparece na introdução desta análise que explora as novidades apresentadas no showcase oficial em 15 de janeiro.

O diretor Koshi Nakanishi esclareceu que as campanhas de Leon S. Kennedy e Grace Ashcroft são tão diferentes que parecem jogos distintos. Enquanto Leon, veterano da série, participa de uma jogabilidade orientada para ação, inspirada no remake de Resident Evil 4, Grace oferece um horror mais atmosférico e tenso, remetendo ao estilo de Resident Evil 2 e 7.

Zumbis mais inteligentes com hábitos de suas vidas passadas aumentam o desafio

Uma das inovações mais impactantes é a introdução de zumbis que mantêm ecos de seu comportamento anterior. Por exemplo, um zumbi que era zelador pode ser visto realizando tarefas automáticas, como limpar uma janela. Essa característica acrescenta uma camada estratégica, exigindo que o jogador observe atentamente para evitar ataques ou explorar os padrões de movimento dos inimigos.

Este aprimoramento amplia a dinâmica tradicional de decidir entre confrontar ou evitar os zumbis, tornando o combate mais tático e a sobrevivência mais desafiadora. Segundo Nakanishi, essa mecânica aprofunda a interação com os inimigos, enriquecendo a jogabilidade.

Sistema de crafting inovador utiliza sangue infectado para fabricação de itens essenciais

Resident Evil Requiem também revoluciona o tradicional sistema de criação de itens, que antes dependia principalmente de ervas coloridas. Agora, o sangue infectado de zumbis derrotados será um recurso vital para desenvolver injetores essenciais para a sobrevivência.

Essa mudança implica que os jogadores não poderão mais evitar o confronto constante, pois a obtenção de materiais para crafting dependerá da eliminação dos inimigos. O diretor enfatizou que essa mecânica força uma interação mais direta com o ambiente hostil.

Perspectivas diferentes para cada campanha: terceira e primeira pessoa

Outra novidade é a variação na perspectiva de câmera entre os protagonistas. O jogo de Leon é apresentado em terceira pessoa, favorecendo uma experiência de combate dinâmica e visualmente clara. Já a campanha de Grace adota a primeira pessoa, intensificando o clima de horror e imersão ao focar no suspense e na tensão ambiental.

Essa decisão reforça a distinção entre as duas jornadas, oferecendo ao jogador experiências complementares dentro do mesmo universo.

Parcerias e colecionáveis reforçam o engajamento dos fãs

Além das inovações na jogabilidade, Resident Evil Requiem firmou parcerias inesperadas com marcas como Porsche e Hamilton para o design do carro de Leon e dos relógios dos protagonistas, respectivamente. Para os colecionadores, estão previstos lançamentos de figuras em escala 1/6 de Leon e Grace, além de um controle temático para o Switch 2 Pro.

Esses elementos ampliam o universo do jogo, incentivando a conexão dos jogadores com os personagens e a ambientação.

Resident Evil Requiem chega para transformar a experiência de sobrevivência com zumbis mais inteligentes, um sistema de crafting estratégico e campanhas que exploram diferentes vertentes do terror e da ação.

Fonte: www.dualshockers.com

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