Investigação republicana revisita ataque ao Capitólio em janeiro de 2021

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Subcomissão liderada por Barry Loudermilk foca em explosivos e controvérsias sobre a resposta ao evento

Subcomissão republicana reexamina ataque ao Capitólio, destacando investigação de bombas e críticas à resposta federal.

Contexto da investigação republicana sobre o ataque ao Capitólio em janeiro de 2021

A investigação republicana ataque Capitólio iniciou uma nova fase em 2026 com a primeira audiência pública do subcomitê liderado pelo representante Barry Loudermilk, da Geórgia. O foco principal desta sessão foi a apuração das explosões próximas aos edifícios dos Comitês Nacional Democrata (DNC) e Republicano (RNC), eventos que ocorreram no exato dia do ataque ao Capitólio, 6 de janeiro de 2021. Loudermilk destacou falhas na investigação durante a administração Biden e buscou reforçar a narrativa de que a apuração esteve prejudicada por questões políticas. A audiência também serviu para criticar a resposta governamental e a atuação das forças de segurança no episódio.

Investigação das bombas nos QGs nacionais e prisões relevantes

Durante o ataque, duas bombas foram descobertas fora das sedes do DNC e do RNC, desviando recursos de segurança. A investigação sobre as bombas enfrentou atrasos significativos sob a administração de Joe Biden, o que alimentou teorias da conspiração. Um ponto central foi a prisão de Brian Cole Jr., acusado de plantar os explosivos e confessar acreditar em fraude eleitoral em 2020. A detenção de Cole teve repercussão como avanço na resolução do caso, sendo elogiada por figuras bipartidárias, embora ele tenha declarado inocência. O ex-vice-diretor do FBI Dan Bongino, que inicialmente sugeriu teorias conspiratórias, mudou sua posição ao assumir o cargo no FBI, confirmando a prisão do suspeito.

Controvérsias sobre a resposta e o papel das forças federais em 6 de janeiro

Um dos temas centrais da audiência foi a atuação do FBI e da Guarda Nacional durante os eventos. Alegações de que agentes federais infiltrados teriam provocado o ataque foram desmentidas por relatórios oficiais, que indicam ausência de incentivo a atos ilegais por parte do FBI. A resposta tardia da Guarda Nacional, sob comando direto do presidente Trump, gerou debates entre parlamentares. Documentos oficiais apontam que o pedido formal para mobilização das tropas ocorreu após a invasão de partes do prédio, e que a chegada dos militares foi horas depois dos primeiros confrontos violentos. Disputas sobre a sequência de eventos e responsabilidades políticas evidenciam a complexidade da resposta federal.

Críticas e defesa de figuras centrais envolvidas no 6 de janeiro

Durante as discussões, parlamentares republicanos criticaram a condução das investigações anteriores, especialmente as testemunhas policiais que prestaram depoimento ao comitê seletivo do Congresso. Acusações de que esses depoimentos foram politizados e preconceituosos também foram feitas, contestando relatos sobre as experiências traumáticas dos oficiais no dia. Por outro lado, parlamentares democratas ressaltaram a inação do ex-presidente Trump para conter o ataque, destacando a ausência de ordens para o envio imediato da Guarda Nacional, elemento crucial para a defesa das instituições.

Implicações políticas e o esforço para reescrever a narrativa do 6 de janeiro

O aprofundamento da investigação republicana em 2026 está inserido em um contexto mais amplo de disputa política sobre a interpretação dos eventos do 6 de janeiro. A audiência revelou tentativas de minimizar a gravidade do ataque e de questionar a legitimidade das investigações anteriores, reforçando um esforço para alterar o registro histórico oficial. A complexidade dos fatos, incluindo decisões judiciais, processos criminais e análises de agências federais, contrastam com a disputa política que continua a polarizar o país e influenciar as percepções públicas sobre aquele dia.

Fonte: www.npr.org

Fonte: AP hide caption toggle caption

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