Quarto branco volta ao centro do debate após sugestão de Leandro — participantes reagem e avaliam impacto na disputa
Leandro sugeriu usar uma garrafa para decidir ocupantes do Quarto Branco; participantes avaliaram risco, sorte e impacto nas alianças.
Para decidir quem ficará no Quarto Branco, Leandro propôs uma dinâmica: “Põe uma garrafa e gira”. A sugestão veio em uma conversa com Ricardo e outros participantes e colocou novamente em pauta como sorte e tensão podem influenciar a permanência no confinamento.
O que Leandro propôs
Leandro descreveu a mecânica de forma direta, usando a garrafa como critério de escolha. A proposta mistura elementos de jogo de azar e teste de reação, e foi colocada como alternativa rápida para uma decisão que poderia gerar conflito.
Reação dos participantes
A reação entre os brothers foi mista. Alguns encararam a ideia como uma solução rápida para reduzir embates, enquanto outros criticaram a imprevisibilidade do método. Alberto Cowboy alertou: “Estou preocupado”, expressando receio sobre como a dinâmica afetaria relações e a percepção pública.
Tensão e estratégia
A conversa trouxe à tona expressões como “sangue no olho” — menção ao tom competitivo que ronda a disputa. Para alguns, a dinâmica pode favorecer quem assume risco; para outros, intensifica desconfianças e pressiona alianças a se posicionarem.
Organização e rotina da casa
Além do debate sobre a garrafa, participantes comentaram rotinas do convívio diário, como organização de pertences e filas por objetos pessoais, que também geram desgaste emocional e pequenas fricções no dia a dia.
Próximos passos
Tadeu Schmidt anuncia novidades no Quarto Branco nesta sexta (16). A expectativa é que a produção esclareça regras ou introduza ajustes, o que pode alterar as estratégias internas. Enquanto isso, os participantes seguem discutindo possibilidades e avaliando riscos.
Conclusão
A proposta de Leandro exemplifica como momentos informais podem virar fatores determinantes no jogo. A decisão sobre a adoção de uma dinâmica improvisada ainda depende da aceitação dos confinados e de eventuais intervenções da produção.
Fonte: gshow.globo.com
