Bilal Hasan al-Jasim, ligado a ataque que matou três americanos, foi morto em ofensiva dos Estados Unidos
Os EUA anunciaram a morte de Bilal Hasan al-Jasim, líder da Al Qaeda ligado a ataque que matou três americanos na Síria, em operação do CENTCOM.
Os Estados Unidos anunciaram a morte de Bilal Hasan al-Jasim, um líder associado à Al Qaeda, em uma operação militar realizada na Síria no dia 17 de janeiro de 2026. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) divulgou que al-Jasim era um “terrorista experiente” e estava diretamente ligado ao atentado ocorrido em 13 de dezembro de 2025, na cidade de Palmyra, que resultou na morte de dois militares americanos e um intérprete civil.
Ligação com ataque que matou americanos
Bilal Hasan al-Jasim desempenhava papel fundamental dentro da estrutura da Al Qaeda na região e manteve contato direto com o autor do ataque que tirou a vida de três cidadãos americanos. O atentado, ocorrido no fim de 2025, abalou as operações militares estadunidenses na Síria e intensificou a vigilância das forças americanas contra organizações terroristas.
Operação Hawkeye Strike e resposta americana
A ofensiva que culminou na morte do líder terrorista faz parte da “Operação Hawkeye Strike”, uma série de ações militares coordenadas pelos Estados Unidos para atacar e enfraquecer o Estado Islâmico e seus aliados, retaliando incidentes contra as forças americanas. O almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, destacou a importância da operação como demonstração da determinação dos EUA em combater o terrorismo global.
Declarações oficiais
Em comunicado nas redes sociais, o CENTCOM reforçou que a morte de al-Jasim é um passo decisivo na luta contra grupos terroristas que representam ameaça direta às vidas americanas. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, respondeu à notícia afirmando “Nunca esqueceremos e nunca cederemos”, ressaltando a firmeza da política americana em relação a esses ataques.
Contexto e repercussão
Este ataque na Síria ocorre em meio a um cenário delicado de conflitos e confrontos com organizações terroristas que operam na região do Oriente Médio. A ação recente reflete a continuidade dos esforços dos Estados Unidos em desmantelar redes terroristas para proteger seus interesses e cidadãos, em um momento em que a instabilidade geopolítica permanece alta.
A operação reforça ainda mais a presença militar e a estratégia americana de vigilância e intervenção direta contra ameaças terroristas, sinalizando que os EUA mantêm sua postura agressiva no combate a grupos como a Al Qaeda e o Estado Islâmico.
Fonte: baccinoticias.com.br
Fonte: Redes Sociais)
