Tempestades intensas, acompanhadas de raios e descargas atmosféricas, aumentam significativamente os riscos de surtos e picos de tensão
As fortes chuvas que atingiram o Paraná e estados do Sudeste nas últimas semanas reacenderam um alerta que vai além da falta de energia elétrica. Tempestades intensas, acompanhadas de raios e descargas atmosféricas, aumentam significativamente os riscos de surtos e picos de tensão, um problema silencioso que pode comprometer equipamentos eletrônicos mesmo quando não há queda no fornecimento.
O Brasil lidera o ranking mundial de incidência de raios, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Todos os anos, milhões de descargas atingem o solo, redes elétricas e áreas urbanas. Mesmo quando um raio cai a quilômetros de distância, seus efeitos podem se propagar pela rede elétrica e alcançar tomadas, quadros de energia e sistemas sensíveis.
O principal perigo está nos surtos elétricos, variações bruscas de tensão que muitas vezes passam despercebidas. Diferente de um apagão, esses eventos não desligam os equipamentos imediatamente, mas causam danos cumulativos. Servidores começam a apresentar falhas recorrentes, computadores perdem desempenho, placas eletrônicas têm a vida útil reduzida e sistemas passam a falhar sem causa aparente.
Segundo Rui Procópio da Silva Filho, Diretor de Operações da NHS Energia, os maiores prejuízos das tempestades nem sempre são imediatos. “Durante períodos de chuvas intensas e descargas atmosféricas, a rede elétrica sofre oscilações constantes. Mesmo sem interrupção no fornecimento, esses surtos entram pela rede e comprometem fontes, placas e equipamentos sensíveis ao longo do tempo. Muitas empresas só percebem o problema quando ocorre uma falha definitiva, perda de dados ou interrupção das operações”, explica.
Nobreak vai além da queda de energia
Ainda é comum a ideia de que o nobreak existe apenas para manter equipamentos ligados durante uma queda de energia. Na prática, sua função vai muito além disso, especialmente em períodos de instabilidade climática, como os registrados recentemente no Paraná e no Sudeste. “O nobreak protege o investimento feito em tecnologia. Ele filtra ruídos, absorve picos de tensão e entrega uma energia estável aos equipamentos, evitando perdas silenciosas que impactam diretamente a operação e o caixa das empresas. Em um país com alta incidência de raios, essa proteção deixa de ser um diferencial e passa a ser uma decisão estratégica de negócio”, afirma Elisangela Mazza Auer, diretora comercial e de marketing da NHS Energia.
Esse tipo de proteção evita danos silenciosos que só se tornam visíveis quando o prejuízo já está consolidado, como a queima de placas eletrônicas, paradas inesperadas, perda de dados e impacto direto na continuidade das operações.
Proteção elétrica como decisão estratégica
Durante episódios de chuvas intensas, como os registrados recentemente no Sul e Sudeste, os riscos aumentam de forma significativa, afetando empresas de todos os portes, condomínios, comércios e estruturas críticas. A temporada de tempestades é previsível. Os prejuízos, não precisam ser.
A NHS Energia desenvolve nobreaks e soluções de energia pensadas para a realidade brasileira, onde oscilações elétricas, raios e instabilidades fazem parte do dia a dia. Com mais de três décadas de atuação, a empresa reúne know-how técnico para proteger equipamentos, dados e operações em cenários cada vez mais desafiadores. Proteger a infraestrutura elétrica não significa apenas evitar que a luz apague. Significa garantir que a energia chegue limpa, estável e segura, faça sol ou tempestade.
Fonte e foto: Assessoria de Imprensa.
