Investigação sobre desaparecimento de irmãos em Bacabal avança com novas buscas

Arquivo Pessoal)

Polícia Civil intensifica operações e colhe depoimentos para esclarecer o caso dos irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael

Investigação sobre desaparecimento de irmãos em Bacabal avança com novas buscas e depoimentos, enquanto equipes ampliam operações no rio Mearim e áreas próximas.

A investigação sobre desaparecimento de irmãos em Bacabal avança com novas buscas e depoimentos. Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidos há mais de duas semanas, continuam sendo procurados pelas autoridades locais.

Novos depoimentos fortalecem as investigações

A Polícia Civil do Maranhão intensificou os interrogatórios e passou a ouvir moradores da vila de pescadores no povoado São Raimundo, região próxima ao local onde o primo das crianças, Anderson Kauã, de 8 anos, foi encontrado com vida. Os pescadores foram ouvidos como testemunhas para auxiliar na busca por informações que possam esclarecer o desaparecimento. Até o momento, as autoridades descartam qualquer envolvimento dos moradores com o caso.

Operações de busca ampliadas e tecnologicamente assistidas

As buscas estão concentradas em áreas de mata, nas margens do rio Mearim, e nas proximidades do quilombo São Sebastião dos Pretos, local onde as crianças residiam. No total, as operações já completam 16 dias consecutivos e contam com mais de mil pessoas, incluindo Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Exército Brasileiro, Guarda Municipal, ICMBio e voluntários.

Desde o último fim de semana, a Marinha do Brasil incorporou o uso do side scan sonar, equipamento que realiza mapeamento do fundo do rio por ondas sonoras, facilitando a detecção de anomalias em locais de difícil visibilidade. Este recurso visa superar desafios como correntezas fortes, galhos submersos e água turva enfrentados pelos mergulhadores.

Estratégias de varredura e uso de tecnologia

O Corpo de Bombeiros adotou a tática de varredura por quadrantes, dividindo a área de busca em 45 setores de aproximadamente 90 mil metros quadrados cada. Até o momento, 25 desses quadrantes já foram completamente vistoriados. Esse método é sustentado por geolocalização que assegura a cobertura eficiente do perímetro e a segurança das equipes.

Considerações sobre relatos e perímetro de busca

As operações no rio Mearim foram reforçadas após relatos do primo Anderson Kauã, que indicou ter estado com Ágatha e Allan em uma casa abandonada, conhecida como “casa caída”, às margens do rio. Cães farejadores acompanharam as investigações no local, chegando a descer ribanceiras em busca de vestígios.

Apoio multidisciplinar e continuidade das investigações

Paralelamente às ações em campo, a Polícia Civil continua ouvindo testemunhas e familiares. O Instituto de Perícias para Crianças e Adolescentes (IPCA) contribui com avaliações psicológicas e sociais, atendendo às necessidades do caso. A comissão especial formada por oito profissionais segue mobilizada para esclarecer os fatos.

O desdobramento dessa investigação demonstra o empenho das autoridades e da comunidade em Bacabal para desvendar o mistério do desaparecimento dos irmãos, utilizando recursos tecnológicos e trabalho colaborativo para ampliar as chances de localização das crianças.

Fonte: baccinoticias.com.br

Fonte: Arquivo Pessoal)

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