Por Pedro Ernesto Macedo
Em um Brasil assolado por epidemias silenciosas — câncer, doenças autoimunes, depressão crônica e fadiga adrenal que consomem milhões em tratamentos sintomáticos —, surge uma figura que não apenas desafia o status quo da saúde, mas o desmonta com elegância intelectual e coragem provocadora: o Dr. Maurílio Brandão. Médico formado pela UFMG, com residência em Medicina Geral Comunitária e pós-graduações em Homeopatia, Acupuntura, Medicina Ortomolecular, Nutriendocrinologia Funcional, Biofísica Quântica e Biorressonância, ele não se contenta em remendar corpos fragmentados. Ele os reconstrói a partir da raiz, integrando ciência rigorosa, sabedoria ancestral e uma visão revolucionária da doença como programa biológico inteligente.
À frente da Veda Clínica de Educação em Saúde, em Ubatuba (SP), desde 2007 — ao lado de sua esposa Alice Brandão —, Maurílio transformou o que era uma clínica convencional de dor em um farol de educação integral. Ali, o paciente não é mero receptor de prescrições; é coautor de sua própria narrativa de cura. Através do programa In-Corpore, ele oferece acompanhamento sistêmico que une modulação hormonal bioidêntica, acupuntura, homeopatia, yoga e, sobretudo, a Nova Medicina Germânica (NMG) — as cinco leis biológicas de Ryke Geerd Hamer —, que interpreta doenças como respostas biológicas significativas a conflitos emocionais inesperados, vividos em isolamento e dramaticidade.
Essa abordagem é profundamente provocadora: e se a hipertensão não fosse apenas “pressão alta”, mas um conflito de território perdido? E se a fibromialgia não fosse “dor sem causa”, mas o corpo gritando por resolução de um choque de auto-desvalorização? E se o câncer não fosse um inimigo a ser bombardeado, mas um programa de proliferação celular ativado para proteger a sobrevivência em momento de crise existencial? Maurílio não nega a medicina convencional — ele a transcende, mostrando que o paradigma cartesiano, ao tratar o sintoma isolado, ignora a inteligência inerente do organismo. Em vez de culpabilizar o paciente, ele o empodera: “Você não é vítima da doença; você é o mediador da sua biologia.”
No Brasil, onde o SUS luta contra filas intermináveis e o setor privado prioriza protocolos padronizados, o trabalho de Maurílio representa uma revolução silenciosa. Seus conteúdos no YouTube e Instagram — com milhares de visualizações em vídeos sobre tireoide, menopausa, enxaqueca, leucemia e anemia — democratizam o conhecimento. Ele não vende ilusões; oferece ferramentas para que as pessoas compreendam o sentido biológico de seus sintomas e, assim, atuem ativamente na resolução dos conflitos subjacentes. Suas palestras, lives e o livro “A Nova Medicina na Prática Clínica” provocam o establishment médico: por que continuamos a tratar o efeito sem investigar a causa emocional e biológica profunda?
Em tempos de medicalização excessiva, onde medicamentos crônicos se multiplicam e a autocura é vista como utopia, Dr. Maurílio Brandão nos lembra que a verdadeira saúde não é ausência de doença, mas alinhamento com nossa natureza. Ele nos provoca a questionar: e se a cura não estivesse em laboratórios distantes, mas na reconexão com nossas emoções, na escuta do corpo como aliado sábio? Seu legado no Brasil é inegável: ele planta sementes de consciência que florescem em vidas mais plenas, autônomas e vibrantes.
Em um país que tanto precisa de paradigmas ousados, Maurílio Brandão não é apenas um médico. É um agitador intelectual da saúde integral, um defensor da inteligência biológica e um convite urgente à maturidade: pare de combater o corpo e comece a compreendê-lo. Porque, quando o fazemos, a cura não é milagre — é consequência inevitável.
