Intervenção por voz afasta morador em situação de rua que tentava manusear hidrante de prédio e exemplifica atuação preventiva da portaria remota; 37% dos imóveis brasileiros já são monitorados eletronicamente
A segurança condominial no Brasil passa por uma transformação que vai além da simples instalação de câmeras. Um episódio recente registrado em um condomínio atendido pela Folk Portaria Remota ilustra como a tecnologia, aliada à atuação humana em tempo real, pode prevenir incidentes e evitar danos ao patrimônio.
Durante a madrugada, operadores da central de monitoramento da Folk identificaram, pelas câmeras, a movimentação suspeita de um morador em situação de rua que começou a manusear o hidrante do edifício. Imediatamente, a equipe interveio por meio do sistema de áudio integrado às câmeras, emitindo um alerta sonoro no local: “Afaste-se, local monitorado”. A ação foi suficiente para interromper a tentativa e afastar o indivíduo, sem necessidade de acionamento emergencial ou registro de ocorrência.
Casos como esse refletem uma tendência crescente no país. De acordo com um estudo da CAME do Brasil, 37% dos imóveis brasileiros já contam com algum tipo de monitoramento eletrônico, acompanhando o crescimento de 18,3% da indústria de segurança. O levantamento também aponta que a segurança é o principal fator para 69% dos brasileiros na hora de escolher um condomínio, impulsionando a adoção de soluções modernas, como a portaria remota.
Para o CEO da Folk Portaria Remota, Gilberto Dias, o diferencial do modelo está no monitoramento ativo, que combina tecnologia e atuação humana. “Não se trata apenas de gravar imagens. Nossos operadores acompanham as câmeras 24 horas por dia, identificam comportamentos de risco e podem interagir em tempo real com o ambiente monitorado, prevenindo situações antes que elas se tornem um problema maior”, explica.
A Folk opera uma das maiores centrais de monitoramento do país, com funcionamento ininterrupto, reunindo mais de 14 mil câmeras monitoradas simultaneamente e uma equipe de mais de 150 colaboradores, distribuídos em turnos para garantir vigilância contínua, inclusive durante madrugadas, finais de semana e feriados. Toda a operação é baseada em tecnologia própria, desenvolvida para oferecer respostas rápidas e personalizadas para cada condomínio.

Além do ganho em segurança, a portaria remota também se destaca pelo custo-benefício. Em comparação à manutenção de um porteiro presencial 24 horas, o modelo permite uma redução de até 70% das despesas condominiais, sem abrir mão da proteção. “O condomínio passa a contar com uma equipe especializada monitorando o local, em vez de uma única pessoa. Isso amplia o controle e aumenta a eficiência da segurança”, destaca Dias.
Mais do que uma modernização tecnológica, a portaria remota representa uma mudança cultural na segurança condominial brasileira. O foco deixa de ser apenas a presença física e passa a priorizar processos, tecnologia, controle de dados e atuação preventiva, sem que isso signifique a simples substituição de mão de obra. “É uma evolução na forma de pensar segurança, baseada em inteligência, informação e resposta rápida”, finaliza o CEO.
Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), soluções de portaria remota já estão presentes em mais de 14 mil condomínios em todo o Brasil, reflexo da forte expansão da segurança eletrônica e da profissionalização do setor.
