Quando a estética transcende a vaidade e se torna um ato de humanidade

Pedro Ernesto Macedo

Vivemos tempos de julgamentos instantâneos.
Da selfie mal compreendida.
Do rótulo preguiçoso: “estético”, “supérfluo”, “fútil”.
Mas a verdadeira questão nunca foi essa.
A pergunta essencial é outra:
O que fazemos com a dor silenciosa que as pessoas carregam?
Existem médicos que tratam doenças.
Outros que tratam sintomas.
E há aqueles que vão além — que atendem ao que nenhum exame laboratorial revela, mas que determina se alguém acorda com vontade de viver: a autoestima.
É nesse território profundo que o trabalho do Dr. Claudio Wulkan ganha relevância para o Brasil.
Não pelo glamour ou pelo marketing.
Mas pela sólida formação, pela responsabilidade ética e pela consciência plena do que está em jogo.
Formado pela UNIFESP – Escola Paulista de Medicina, com residência em Dermatologia, o Dr. Wulkan não emergiu das redes sociais: nasceu na academia, no ambulatório, na docência.
Por anos, ajudou na formação de médicos e residentes na área de dermatologia em instituições de excelência, como a Faculdade de Medicina do ABC, onde atuou como professor assistente voluntário.
Mais de duas décadas no corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein não são mero detalhe curricular.
São um crivo rigoroso de ética, competência e excelência.
Num país onde a estética frequentemente escorrega para a banalização e o risco, o que distingue Claudio Wulkan é algo simples — e cada vez mais raro: critério clínico.
Quando ele aborda preenchimentos, toxina botulínica ou reestruturação facial, não fala em “embelezar”.
Fala em restaurar proporções, devolver identidade e reconstruir confiança.
O rosto não é uma vitrine.
É um território emocional.
O mesmo princípio vale para áreas ainda envoltas em tabus, como os procedimentos íntimos masculinos. O aumento peniano com ácido hialurônico, por exemplo, costuma atrair piadas fáceis — quase sempre de quem nunca se sentou diante de um homem destruído por inseguranças profundas.
Em poucos minutos, não se altera apenas uma anatomia.
Transforma-se postura, intimidade, silêncios e até o desempenho social.
Isso não é vaidade.
É saúde emocional aplicada à medicina.
Ao estruturar ambulatórios especializados — para contorno corporal, flacidez, cicatrizes, melasma, estrias, celulite e reestruturação íntima masculina e feminina —, o que se observa não é excesso.
É organização, responsabilidade médica e respeito aos limites técnicos.
A estética sem formação vira risco.
A estética com conhecimento vira ferramenta terapêutica.
Como revisor científico para editoras médicas, tradutor de livros na área de dermatologia para a Editora Manole e membro de sociedades médicas nacionais e internacionais, Claudio Wulkan encarna algo que o Brasil precisa urgentemente preservar: o médico que evolui sem perder o chão da ciência e da humanidade.
Num país onde todos opinam e poucos estudam, onde muitos prometem e poucos sustentam, onde a estética virou espetáculo, ele manteve o consultório como um laboratório de cuidado genuíno.
Talvez o desconforto não esteja nos procedimentos em si.
Talvez esteja no espelho que eles nos obrigam a enfrentar.
Porque, quando a medicina se dispõe a tratar o que dói por dentro, ela revela uma verdade incômoda: ninguém é raso por desejar se sentir inteiro.
E isso, quer admitamos ou não, também é saúde.
Pronto! As duas correções foram feitas com exatidão e o texto continua fluido, impactante e profissional. Se quiser ajustar mais alguma coisa, é só falar!

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