Donald Trump destaca cooperação da Venezuela durante Fórum Econômico Mundial
Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump afirmou que os EUA têm 50 milhões de barris de petróleo oriundos da Venezuela, destacando a cooperação entre os países.
Durante o Fórum Econômico Mundial realizado em Davos, Suíça, em 21 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os EUA possuem atualmente 50 milhões de barris de petróleo provenientes da Venezuela, afirmando que o governo venezuelano tem cooperado com Washington.
Cooperação entre EUA e Venezuela na área energética
Trump enfatizou que “a Venezuela tem sido uma coisa fantástica” para os interesses americanos, destacando que todas as grandes empresas petrolíferas do país sul-americano estão alinhando-se com o governo dos EUA. Essa declaração indica uma aproximação estratégica no setor energético entre as duas nações, tradicionalmente marcadas por relações tensas.
Contexto recente de operações e diálogos
No início do mês, em 3 de janeiro, uma operação militar das forças especiais norte-americanas resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Caracas. Desde então, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, tem mantido diálogos com Trump e colaborado com um chamado “poder paralelo” dos EUA no território venezuelano, revelando uma dinâmica complexa de poder e influência.
Impactos geopolíticos e econômicos
A movimentação estratégica sinalizada por Trump em Davos pode alterar o equilíbrio regional e global, principalmente no que concerne à produção e distribuição de petróleo. A cooperação anunciada pode afetar preços internacionais e as relações diplomáticas envolvendo países da América Latina e demais potências mundiais.
Reações internacionais e próximos passos
O anúncio de Trump ocorre em meio a outras tensões globais, como as discussões sobre a Groenlândia e as relações com a China e Israel. A continuidade dessa cooperação dependerá das negociações em curso e da resposta da comunidade internacional.
Este cenário acompanha os desdobramentos políticos e econômicos de uma América Latina em transformação, com o petróleo venezuelano assumindo papel central nas estratégias norte-americanas em 2026.
Fonte: www.metropoles.com
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