Presidente dos EUA destaca esforço para encerrar conflito e anuncia encontro com Zelensky
Trump reafirma que a guerra na Ucrânia precisa acabar para evitar mais mortes em massa e anuncia reunião com Zelensky para discutir paz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou nesta quarta-feira (21/1) a necessidade urgente de encerrar a guerra na Ucrânia, durante discurso no Fórum Econômico de Davos, na Suíça. Ele descreveu o atual conflito como um “banho de sangue”, destacando o elevado número de mortes que ocorrem mensalmente e classificando a guerra como a pior desde a Segunda Guerra Mundial.
Guerra na Ucrânia: números alarmantes e apelo pela paz
Trump citou dados recentes para ilustrar a gravidade da situação: “Na semana passada, morreram 10 mil soldados. Agora, 31 mil soldados morrem em um mesmo mês. No mês passado, foram 27 mil, 28 mil.” O presidente americano enfatizou que esses números refletem uma tragédia humanitária que deve ser interrompida o quanto antes.
Diálogo com líderes e perspectivas para um acordo
Durante seu discurso, Trump informou que está em contato direto com os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Segundo ele, ambos os líderes demonstram interesse em um acordo de paz. Trump anunciou que pretende se reunir com Zelensky ainda nesta quarta-feira para discutir possíveis caminhos para o fim do conflito.
Estratégia e compromisso norte-americano
Desde sua posse em 2025, Trump tem buscado negociar o término de conflitos internacionais, posicionando os Estados Unidos como mediadores ativos para a paz. Ele também mencionou o fim recente da guerra em Israel como um exemplo que espera replicar na Ucrânia.
Contexto no Fórum Econômico de Davos
O discurso de Trump foi um dos mais aguardados em Davos, especialmente em meio a tensões com a União Europeia e debates sobre a direção da política internacional. Além da guerra na Ucrânia, o presidente abordou temas como a tomada da Groenlândia e a proposta do “Conselho de Paz”.
O posicionamento do presidente americano no fórum evidencia uma tentativa de reposicionar os Estados Unidos no cenário global como agentes de negociação e resolução de conflitos, com foco na redução do sofrimento causado pela guerra na Ucrânia.
Fonte: www.metropoles.com
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