Alta de primo reforça buscas por crianças desaparecidas em Bacabal

Roberto Costa maranhão

Menino de 8 anos recebe alta após 14 dias internado e continua com acompanhamento psicológico

Menino de 8 anos, primo das crianças desaparecidas em Bacabal, recebe alta após 14 dias internado e segue com acompanhamento psicológico.

O menino Anderson Kauã, de 8 anos, primo das crianças desaparecidas Ágatha Isabelly (6) e Allan Michael (4), recebeu alta do Hospital Geral de Bacabal após 14 dias internado. A informação foi confirmada pelo governador Carlos Brandão, que garantiu que o garoto continuará recebendo todo o suporte necessário para superar o trauma. Kauã seguirá com acompanhamento psicológico constante.

A importância da alta para as buscas

Anderson Kauã foi encontrado desidratado e desorientado três dias após o desaparecimento, ocorrido em 4 de janeiro, quando os três primos saíram para brincar em área de mata próxima à comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos, onde residiam. As informações fornecidas por Kauã durante sua recuperação foram essenciais para direcionar as investigações e as operações de busca.

Estratégia das autoridades nas buscas

A força-tarefa conta com a participação das Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Exército e Marinha. Desde 17 de janeiro, a Marinha reforçou as operações com uma lancha equipada com side scan sonar, tecnologia que gera imagens detalhadas do fundo do Rio Mearim para identificar possíveis indícios do paradeiro das crianças desaparecidas. As buscas estão concentradas prioritariamente no leito do rio e em áreas próximas indicadas pelos relatos do menino.

Apoio à família e comunidade

O prefeito de Bacabal, Roberto Costa, informou que a família manifestou desejo de retornar à comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos. O apoio psicológico ao menino e o suporte à família têm sido prioridade das autoridades, que também oferecem recompensa de R$ 20 mil para informações que possam levar ao paradeiro de Ágatha e Allan.

Continuidade das investigações

Apesar da alta de Kauã, ele permanece colaborando com as autoridades fornecendo informações que ajudem a esclarecer o caso e localizar os outros dois primos. O acesso às áreas de busca continua restrito aos agentes da força-tarefa, garantindo a segurança e a eficiência das operações.

Este caso comoveu a região e mobilizou uma ampla operação para tentar localizar as crianças desaparecidas, reforçando a importância do trabalho coordenado entre órgãos de segurança e a comunidade local.

Fonte: jovempan.com.br

Fonte: Roberto Costa maranhão

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