Zelenskyy critica Europa por tentar influenciar Trump e não enfrentar ameaças globais

Presidente ucraniano destaca reuniões trilaterais e questiona postura europeia diante de conflitos

Zelenskyy critica Europa por tentar convencer Trump em vez de unir forças para enfrentar ameaças globais, e destaca reuniões trilaterais sobre conflito na Ucrânia.

Zelenskyy aponta fragilidade europeia em Davos

No Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, fez duras críticas à Europa, afirmando que o continente está “perdido” ao tentar persuadir o presidente dos EUA, Donald Trump, ao invés de unir forças para defender a liberdade mundial. Zelenskyy destacou que, apesar do amor declarado de Trump pela Europa, o presidente americano não atende a esse tipo de demanda europeia.

Europa como potência política: visão de Zelenskyy

Zelenskyy expressou que a Europa ainda é mais uma entidade geográfica e histórica do que uma força política coesa e poderosa. Enquanto reconheceu a força de alguns países europeus, ele criticou a dependência de decisões condicionadas a eventos como eleições, em vez de um compromisso firme e contínuo.

Reuniões trilaterais para o fim do conflito na Ucrânia

O presidente ucraniano revelou que encontros trilaterais entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos ocorrerão nos Emirados Árabes Unidos para discutir o término da guerra que já dura quase quatro anos. Zelenskyy ressaltou que a Rússia precisa estar preparada para fazer concessões para que o conflito chegue ao fim.

Questionamentos sobre a defesa do Ártico e postura internacional

Em meio às discussões no Fórum, Zelenskyy criticou a pouca efetividade das ações europeias na região do Ártico, mencionando o envio simbólico de 30 a 40 soldados para a Groenlândia e questionando a mensagem enviada a potências como Rússia e China. Ele alertou para a necessidade de uma presença europeia mais robusta para proteger a área.

Apoio internacional e questões globais negligenciadas

Zelenskyy também lamentou a falta de apoio internacional às manifestações no Irã, descrevendo a situação como sangrenta e insuficientemente atendida pela comunidade global. Em sua fala, destacou a importância da união para que a Europa possa se tornar uma força global proativa e não uma entidade que reage tardiamente aos desafios.

Fonte: www.cnbc.com

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