Buscas avançam no Quilombo São Sebastião dos Pretos; ataque animal e sequestro são investigados
Desaparecimento crianças Bacabal completa 19 dias e prefeitura não descarta hipótese de ataque animal ou sequestro nas buscas.
O desaparecimento de crianças em Bacabal, Maranhão, completou 19 dias, e as investigações não descartam nenhuma hipótese sobre o ocorrido. O prefeito Roberto Costa declarou que tanto o ataque por animais silvestres quanto um possível sequestro estão sendo considerados pela força-tarefa que atua na região.
Contexto do desaparecimento
As crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desapareceram no dia 4 de janeiro no Quilombo São Sebastião dos Pretos. Desde então, as buscas contam com a participação de mais de 500 pessoas, entre agentes de segurança pública, militares, bombeiros de diferentes estados e voluntários.
Áreas de busca e estratégias
As operações focam tanto na mata densa da região quanto no Rio Mearim, que corta a área onde as crianças foram vistas pela última vez. A extensão e características do terreno dificultam a localização, aumentando a complexidade das buscas.
Hipóteses investigadas
Roberto Costa enfatizou que todas as possibilidades estão abertas. “Todas as hipóteses foram levantadas. Então existem, claro, situações que colocam que eles poderiam ter sido sequestrados; não posso descartar isso. Será que as crianças poderiam ser atacadas por algum animal? Não pode descartar essa possibilidade, porque em uma área de mata fechada, você encontra vários tipos de animais”, afirmou o prefeito.
Caso de Anderson Kauã
Anderson Kauã, de 8 anos e primo das crianças desaparecidas, foi encontrado no dia 7 de janeiro, três dias após o sumiço do grupo. Ele estava em um matagal, a cerca de 4 quilômetros do local onde foram vistas pela última vez, em estado debilitado, sem roupas e com sinais de desnutrição. Após receber alta hospitalar, Anderson continua colaborando com as investigações e recebe apoio psicológico e médico.
Em depoimento, Anderson relatou que as crianças se perderam após saírem em busca de um pé de maracujá, o que evidencia as dificuldades e os riscos inerentes à região.
Continuidade das buscas
A força-tarefa mantém as operações ativas até que as crianças sejam encontradas. A mobilização envolve diferentes órgãos públicos e a comunidade local, demonstrando a gravidade e a urgência do caso.
A situação em Bacabal segue como prioridade para as autoridades, que avaliam constantemente os caminhos das investigações para direcionar as ações de busca e resgate.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Redes Sociais
