Pai é detido preventivamente em Goiás sob suspeita de abuso com conhecimento da mãe
Homem de 43 anos foi preso preventivamente em Goiás por suspeita de estupro de vulnerável contra a filha, com omissão da mãe.
Estupro de vulnerável investigado pela Polícia Civil de Goiás
Na última quarta-feira (21), a Polícia Civil de Goiás realizou a prisão preventiva de um homem de 43 anos em São Miguel do Passa Quatro. Ele é suspeito de praticar estupro de vulnerável contra sua própria filha, a quem teria abusado por vários anos. A prisão foi efetivada pela Subdelegacia de Polícia local, com apoio da Delegacia de Polícia de Vianópolis.
Relato da vítima e início dos abusos
Segundo as investigações, a vítima informou que os abusos começaram quando ela tinha apenas 10 anos e se estenderam por um longo período. Atualmente, a mulher tem 21 anos e só recentemente registrou um boletim de ocorrência, solicitando medidas protetivas urgentes diante do risco iminente que sofria.
Indiciamento da mãe por omissão
Além do suspeito, a mãe da vítima foi indiciada por omissão. As investigações apontam que ela tinha conhecimento das agressões, mas não acionou as autoridades competentes, permitindo que os abusos continuassem ao longo dos anos. Essa cumplicidade configura um agravante no caso e levanta questionamentos sobre a responsabilidade parental e proteção da criança.
Descumprimento de medidas protetivas e prisão preventiva
Após o registro da ocorrência, o Poder Judiciário concedeu medidas protetivas à vítima. No entanto, informações obtidas pela Polícia Civil indicaram que o suspeito descumpriu essas determinações, continuando a representar uma ameaça. Diante do risco elevado de reincidência, a Justiça autorizou a prisão preventiva do homem, que foi localizado e preso em seu local de trabalho.
Repercussão e contexto
Este caso evidencia a complexidade e gravidade dos crimes contra vulneráveis no Brasil, especialmente quando há conivência familiar. A atuação rápida das autoridades e a denúncia da vítima foram fundamentais para a responsabilização do agressor e da mãe. Casos similares têm sido acompanhados por polícias estaduais visando coibir abusos e garantir proteção às vítimas.
Fonte: baccinoticias.com.br
Fonte: Polícia Civil de Goiás
