Defesa de Pedro Espíndola revela acompanhamento desde 2017 e considera ação judicial por superexposição
Defesa de Pedro Espíndola revela que ele já fazia acompanhamento psiquiátrico antes do BBB26 e avalia ação contra a Globo por superexposição.
A defesa de Pedro Espíndola, participante desistente do BBB26, revelou que o jovem já recebia atendimento psicológico e psiquiátrico desde 2017, fato não informado durante a seleção para o programa. Com 22 anos, Pedro enfrentava questões relacionadas à saúde mental que, segundo seus advogados, poderiam ter comprometido sua permanência no reality se tivessem sido divulgadas.
Histórico de saúde mental e seleção para o BBB26
Apesar do histórico clínico, Pedro foi aprovado para integrar o elenco que mistura anônimos e famosos, pois demonstrou estabilidade durante as entrevistas iniciais do processo seletivo. O acompanhamento médico não foi apresentado para evitar impacto negativo na avaliação dos candidatos, o que levanta questões sobre os critérios e o processo de seleção adotados pelo reality.
Repercussão dos episódios dentro da casa
Durante o confinamento, Pedro apresentou comportamentos emocionais que foram amplamente exibidos em rede nacional, gerando grande repercussão fora do programa. A defesa ressalta que a exposição desses momentos delicados ultrapassou o âmbito do entretenimento, causando danos à imagem pessoal e social do participante. Além disso, a acusação de assédio envolvendo a sister Jordana Morais intensificou o desgaste da reputação de Pedro na mídia e nas redes sociais.
Impactos e possíveis medidas judiciais
Os representantes legais de Pedro consideram que a superexposição comprometeu oportunidades profissionais e comerciais, além de colocar em risco a segurança física do jovem, que teme represálias ao retornar ao trabalho como vendedor ambulante. Por isso, a defesa estuda a possibilidade de acionar a TV Globo judicialmente por exposição indevida e danos causados à imagem e à integridade de Pedro.
Debate sobre responsabilidade e ética em realities
O caso de Pedro Espíndola levanta um debate importante sobre os limites da exposição de participantes em programas de televisão e a responsabilidade das emissoras em proteger a saúde mental e a dignidade dos envolvidos. A omissão de informações médicas no processo seletivo e a forma como episódios delicados foram explorados publicamente evidenciam a necessidade de revisões nos protocolos de seleção e edição desses programas.
A TV Globo não se manifestou até o momento sobre as declarações da defesa, que segue avaliando os próximos passos legais.
Fonte: portalleodias.com
Fonte: Reprodução/TV Globo
