Presidente dos EUA comenta mancha visível durante evento em Davos
Donald Trump atribui hematoma na mão esquerda a uma batida em mesa, após ser visto com a mancha durante evento em Davos.
Durante sua participação no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, em 22 de janeiro de 2026, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, voltou a ser alvo de atenção não apenas por sua atuação política, mas também por um hematoma visível na mão esquerda. O evento, que reuniu líderes globais para discutir desafios econômicos e geopolíticos, foi palco para que o mandatário assinasse uma carta do chamado “Conselho da Paz”, destinada a fomentar negociações sobre o conflito em Gaza.
A origem do hematoma segundo Trump
Ao ser questionado por jornalistas durante o voo, Trump atribuiu a mancha na mão a uma batida acidental em uma mesa. Essa explicação surge após diversas aparições públicas recentes nas quais o presidente foi visto com manchas nas mãos, o que tem gerado especulação sobre sua saúde.
Histórico de saúde e especulações
Em julho de 2025, a Casa Branca confirmou que Trump foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica, uma condição que afeta a circulação sanguínea. Naquela ocasião, comunicados oficiais também se posicionaram diante de rumores relacionados a hematomas nas mãos do presidente, esclarecendo que eram causados por “uma leve irritação dos tecidos moles”, consequência dos apertos de mão frequentes em eventos públicos e do uso regular de aspirina, um medicamento preventivo para a saúde cardiovascular.
Implicações para sua imagem pública
A visibilidade do hematoma durante um evento de prestígio internacional reacende o debate sobre a transparência das condições físicas de líderes mundiais e seu impacto na percepção pública. Em um cenário político global marcado por tensões, a saúde dos chefes de estado é frequentemente objeto de análise e especulação, sobretudo quando sinais visuais sugerem fragilidades.
Trump e a política externa em evidência
Apesar da atenção ao hematoma, o foco principal durante o fórum permaneceu nas iniciativas diplomáticas, como o apoio dos EUA ao “Conselho da Paz” para mediação de conflitos em Gaza. Além disso, temas como o envolvimento com a Groenlândia e as negociações sobre a Ucrânia também estiveram em pauta, mostrando o peso da agenda internacional liderada pelo presidente americano.
A presença de Trump com a mancha na mão, portanto, é um elemento visual que se soma às discussões sobre sua saúde e vigor político, mas permanece secundário diante dos compromissos e estratégias apresentadas durante o Fórum Econômico Mundial de Davos.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: World Economic Forum / Benedikt von Loebell