Trump apoia Graham enquanto Andrews destaca 156 mil doadores sem dinheiro de PACs corporativos antes das primárias

Um panorama da corrida eleitoral do Senado na Carolina do Sul.

Senadores Lindsey Graham e Annie Andrews têm estratégias de financiamento opostas na corrida para o Senado da Carolina do Sul.

A corrida para o Senado da Carolina do Sul em 2026 está se intensificando, com o senador republicano Lindsey Graham e a desafiante democrata Dr. Annie Andrews mostrando fortes números de arrecadação. Graham, um político veterano com uma base consolidada, reportou mais de $13,4 milhões em caixa ao final de 2025, além de ter arrecadado $1,1 milhão apenas no último trimestre do ano. Sua campanha se beneficia de uma rede de apoio que inclui o ex-presidente Donald Trump, o governador Henry McMaster e outros influentes do partido.

A Base de Apoio e a Arrecadação de Graham

Graham, que busca a reeleição em um estado que tem se mostrado favorável aos republicanos em eleições recentes, enfatizou a importância de sua equipe de arrecadação. Ele possui uma rede de mais de 500 ativistas, abrangendo todos os 46 condados da Carolina do Sul. Além disso, a campanha recebeu apoio de figuras proeminentes, reforçando sua imagem como um candidato bem posicionado no cenário político.

O Desafio de Annie Andrews

Em contrapartida, Andrews, uma pediatra de Charleston, lançou sua candidatura com um enfoque em pequenas doações, tendo arrecadado mais de $1,47 milhão no último trimestre e totalizando mais de $4 milhões desde o início de sua campanha. Com 156 mil doações individuais, sua média de contribuição é inferior a $26, desmarcando uma dependência de PACs corporativos. Andrews posiciona sua arrecadação como um reflexo de um movimento popular, apostando na frustração crescente dos eleitores com a política tradicional.

Perspectivas Futuras na Corrida Eleitoral

O contraste entre as campanhas é claro: Graham se apoia em uma estrutura financeira robusta e uma rede política consolidada, enquanto Andrews se destaca pela mobilização de base e um discurso centrado em acessibilidade e cuidados de saúde. O estado da Carolina do Sul não elege um senador democrata desde 1998, mas a intensificação da competição e o aumento da participação democrática nas últimas eleições podem sinalizar mudanças.

Conclusão

Com as primárias programadas para junho e a eleição geral marcada para novembro, a corrida para o Senado da Carolina do Sul promete ser uma das mais disputadas do país. As abordagens divergentes de Graham e Andrews podem não apenas moldar o futuro político do estado, mas também oferecer insights sobre as dinâmicas eleitorais em nível nacional. O que está claro é que os eleitores da Carolina do Sul estão prontos para se envolver em um debate sobre as questões que mais os afetam, como saúde e economia.

Fonte: abcnews4.com

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