Uma recente pesquisa de avaliação política, realizada pela Futura/Apex entre 24 e 27 de janeiro de 2026, trouxe um novo fôlego para a corrida ao governo do Paraná. Enquanto nomes como Sergio Moro e Requião Filho polarizam o debate, o pré-candidato Paulo Martins (Partido Novo) emerge como uma força silenciosa, mas com um potencial competitivo notável. Com uma das menores taxas de rejeição entre os postulantes, Martins se posiciona como a única alternativa viável da direita com chances reais de superar os adversários mais conhecidos.
A pesquisa, registrada sob os números BR-04148/2026 e PRR-08318/2026, ouviu 800 eleitores e possui uma margem de erro de 3,5 pontos percentuais. Os resultados mostram um cenário onde a discrição da pré-campanha de Paulo Martins, em contraste com a intensa divulgação de outros candidatos, se revela uma estratégia acertada. Enquanto a maioria dos concorrentes já enfrenta um desgaste considerável, Martins preserva uma imagem positiva e com baixa resistência junto ao eleitorado.
Os Cenários da Pesquisa Revelam Potencial Oculto
Dados da pesquisa Futura/Apex mostram que, embora Paulo Martins seja uma figura conhecida na política paranaense, o público em geral ainda não tem amplo conhecimento de sua pré-campanha para o governo do estado. Quando perguntados de forma espontânea “Quem pode ser candidato ao governo do estado em 2026”, o nome de Paulo Martins foi mencionado por apenas 0,0% dos entrevistados. Esse índice, que se repete na avaliação de espontaneidade, indica que a pré-candidatura de Martins, e não sua figura pública, ainda não alcançou a maioria dos eleitores, o que revela um grande potencial de crescimento.
No entanto, mesmo com o conhecimento limitado sobre sua pré-campanha, Paulo Martins já se mostra extremamente competitivo, o que aponta para sua força política. Ao contrário de seus concorrentes, que já enfrentam rejeição consolidada entre eleitores que os conhecem bem, Martins tem um vasto campo para crescimento. Seus números de conhecimento variam conforme a demografia: entre eleitores de renda mais alta (acima de 10 salários mínimos), o reconhecimento sobe para 0,4% no conhecimento e 0,9% na espontânea, sugerindo que sua mensagem começa a ressoar entre o eleitorado mais abastado.
Rejeição Mínima Frente aos Rivais Políticos
Enquanto o conhecimento sobre sua pré-campanha ainda tem espaço para crescer, sua rejeição é extraordinariamente reduzida, colocando-o em uma posição de vantagem. Isso cria uma dinâmica política única: à medida que sua pré-campanha se tornar mais conhecida, seu potencial de crescimento é imenso, pois ele não carrega o peso da rejeição que seus concorrentes já acumularam.
A Baixa Rejeição como Trunfo Estratégico
O principal destaque de Paulo Martins na pesquisa é sua baixa taxa de rejeição. Com apenas 10,3%, ele figura entre os pré-candidatos menos rejeitados, um feito impressionante para quem ainda não intensificou sua exposição na mídia. Em comparação, seus principais adversários apresentam índices de rejeição significativamente mais altos: Sergio Moro (União Brasil) amarga 19,7% de resistência, enquanto Requião Filho (PT) lidera o ranking com 35,7%.
Essa baixa rejeição confere a Paulo Martins um teto de crescimento muito superior ao de seus concorrentes. Enquanto Moro e Requião Filho já enfrentam uma barreira consolidada de eleitores que declaram não votar neles de jeito nenhum, Martins tem um vasto campo para conquistar os indecisos e os descontentes com as opções tradicionais.
O Único Candidato de Direita com Fôlego para a Disputa
A análise dos números da pesquisa Futura/Apex indica que Paulo Martins é, no momento, o único pré-candidato do campo da direita com musculatura para enfrentar e vencer um eventual segundo turno contra Sergio Moro ou Requião Filho. Sua capacidade de aglutinar o voto conservador, sem a carga de uma alta rejeição, o torna um nome estratégico para o eleitorado que busca uma alternativa sólida ao centro e à esquerda.
Enquanto outros nomes da direita patinam em taxas de rejeição elevadas ou não demonstram capacidade de crescimento, Paulo Martins avança de forma consistente. Sua pré-campanha, focada em construir uma base sólida e dialogar com setores estratégicos da sociedade, começa a render frutos e a despertar a atenção de analistas políticos e do próprio eleitorado.
A Estratégia Discreta que Funciona
A pesquisa revela um padrão interessante: Paulo Martins concentra seu reconhecimento entre eleitores de maior poder aquisitivo. Entre aqueles com renda acima de 10 salários mínimos, ele atinge 0,4% de conhecimento e 0,9% de espontânea. Na Capital, onde a renda média é mais elevada, seu conhecimento sobe para 0,4%. Essa concentração demográfica sugere que sua estratégia de pré-campanha está sendo direcionada com precisão para segmentos específicos do eleitorado.
Essa abordagem segmentada permite que Paulo Martins construa uma base sólida sem despertar a rejeição que afeta seus concorrentes. Enquanto Sergio Moro e Requião Filho dividem a atenção do eleitorado e acumulam críticas, Martins trabalha nos bastidores, consolidando apoios entre formadores de opinião e eleitores influentes.
A pesquisa de janeiro de 2026 pode ser o ponto de virada que consolida Paulo Martins como o principal nome da direita na disputa pelo governo do Paraná. Com baixíssima rejeição, conhecimento estrategicamente direcionado e uma pré-campanha discreta mas eficaz, o candidato do Partido Novo está posicionado para surpreender quando finalmente intensificar sua exposição pública.
Pesquisa na integra: Apresentação_PR_Janeiro_2026
Sobre o autor: Thiago Branco é CEO e proprietário do portal Folha de Curitiba, além de Head de Estratégias de Tráfego e Comercial. Especialista em marketing político, gestão de crise, posicionamento e campanhas de tráfego pago para mandatos, pré-candidatos e partidos, atua na análise profunda de dados para criar estratégias que geram engajamento, autoridade e votos. Para consultorias, projetos de comunicação política ou gestão de tráfego, entre em contato pelo WhatsApp (41) 99149 – 7821