Alteração do tecido subcutâneo afeta até 90% das mulheres e exige abordagem médica integrada para resultados eficazes e duradouros
A celulite é uma condição extremamente comum, mas ainda cercada de mitos. Apesar de ser frequentemente tratada apenas como um incômodo estético, ela é, na verdade, uma alteração estrutural do tecido subcutâneo, que envolve inflamação, fibrose, alterações circulatórias e perda da qualidade do colágeno. Estima-se que até 90% das mulheres desenvolvam algum grau de celulite ao longo da vida, independentemente do peso corporal ou do nível de atividade física.
De acordo com o médico integrativo Dr. Cleugo Porto, especialista no tratamento de celulite e lipedema, o aspecto irregular da pele, conhecido popularmente como “casca de laranja”, surge quando há um aprisionamento da gordura entre septos fibrosos endurecidos, associado à fragilidade do colágeno e à má circulação local. “A celulite não é causada apenas pelo acúmulo de gordura. Ela envolve um processo inflamatório crônico, alteração hormonal, genética e falhas na estrutura da pele”, explica.
Por isso, tratamentos genéricos ou apenas cosméticos tendem a oferecer resultados limitados ou temporários. Segundo o especialista, é fundamental tratar a celulite de forma direcionada, atuando diretamente na causa do problema. “Para melhorar de forma real e sustentada, é preciso liberar as fibroses que puxam a pele para baixo e, ao mesmo tempo, estimular a produção de colágeno de qualidade”, afirma Dr. Cleugo.
Entre as abordagens mais eficazes está a subcisão, procedimento médico que rompe mecanicamente os septos fibrosos responsáveis pelas depressões na pele. “A subcisão devolve mobilidade ao tecido e melhora imediatamente o relevo da pele. É um passo essencial nos casos de celulite moderada a grave”, destaca.
Associado a isso, o uso de bioestimuladores de colágeno potencializa os resultados ao promover o espessamento da pele e melhorar sua firmeza ao longo do tempo. “Os bioestimuladores induzem o próprio organismo a produzir colágeno novo, fortalecendo a pele e prevenindo a reincidência da celulite”, explica o médico.
Para o Dr. Cleugo Porto, o sucesso no tratamento está na combinação de técnicas e na avaliação individualizada de cada paciente. “Celulite não se resolve com uma única sessão ou solução milagrosa. O tratamento precisa ser personalizado, progressivo e baseado em ciência, respeitando a biologia de cada corpo”, finaliza.
De acordo com o médico integrativo Dr. Cleugo Porto, especialista no tratamento de celulite e lipedema, o aspecto irregular da pele, conhecido popularmente como “casca de laranja”, surge quando há um aprisionamento da gordura entre septos fibrosos endurecidos, associado à fragilidade do colágeno e à má circulação local. “A celulite não é causada apenas pelo acúmulo de gordura. Ela envolve um processo inflamatório crônico, alteração hormonal, genética e falhas na estrutura da pele”, explica.
Por isso, tratamentos genéricos ou apenas cosméticos tendem a oferecer resultados limitados ou temporários. Segundo o especialista, é fundamental tratar a celulite de forma direcionada, atuando diretamente na causa do problema. “Para melhorar de forma real e sustentada, é preciso liberar as fibroses que puxam a pele para baixo e, ao mesmo tempo, estimular a produção de colágeno de qualidade”, afirma Dr. Cleugo.
Entre as abordagens mais eficazes está a subcisão, procedimento médico que rompe mecanicamente os septos fibrosos responsáveis pelas depressões na pele. “A subcisão devolve mobilidade ao tecido e melhora imediatamente o relevo da pele. É um passo essencial nos casos de celulite moderada a grave”, destaca.
Associado a isso, o uso de bioestimuladores de colágeno potencializa os resultados ao promover o espessamento da pele e melhorar sua firmeza ao longo do tempo. “Os bioestimuladores induzem o próprio organismo a produzir colágeno novo, fortalecendo a pele e prevenindo a reincidência da celulite”, explica o médico.
Para o Dr. Cleugo Porto, o sucesso no tratamento está na combinação de técnicas e na avaliação individualizada de cada paciente. “Celulite não se resolve com uma única sessão ou solução milagrosa. O tratamento precisa ser personalizado, progressivo e baseado em ciência, respeitando a biologia de cada corpo”, finaliza.
Fonte e foto: Assessoria de Imprensa.