Gerente de supermercado é preso por vender carne estragada no RJ

PCRJ

Polícia Civil flagra irregularidades em fiscalização

Gerente de supermercado é preso por vender carne imprópria para consumo na Barra da Tijuca, RJ.

O caso do gerente de um supermercado preso na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, expõe uma grave questão de segurança alimentar. A ação, realizada na segunda-feira (2 de fevereiro), foi conduzida por policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) e resultou na apreensão de cerca de 200 quilos de carne imprópria para consumo.

A Gravidade do Caso

A investigação começou após denúncias sobre irregularidades no supermercado. Durante a fiscalização, os policiais encontraram carne vencida que estava sendo comercializada. A prática de trocar etiquetas de validade para prolongar o prazo de venda das carnes é alarmante e demonstra a falta de ética e responsabilidade no manuseio de alimentos. Funcionários relataram que a revalidação das etiquetas era feita apenas com base na aparência, sem respeito às normas sanitárias.

Detalhes da Operação

Além da carne estragada, a fiscalização revelou que outros produtos na padaria do estabelecimento também estavam vencidos, incluindo itens com duas etiquetas de validade. O gerente foi detido e enfrentará acusações sérias, incluindo crimes contra a ordem tributária, de consumo, falsificação e adulteração de alimentos. Esses delitos não apenas violam a lei, mas também colocam em risco a saúde dos consumidores.

Implicações e Consequências

A venda de alimentos estragados tem consequências diretas para a saúde pública. A prática pode levar a doenças alimentares graves, afetando não apenas os consumidores, mas também comprometendo a confiança na cadeia de abastecimento local. A situação gera discussões sobre a necessidade urgente de aperfeiçoamento na fiscalização de supermercados e estabelecimentos alimentícios.

Conclusão

O caso do gerente preso por vender carne estragada revela falhas significativas na supervisão de normas de segurança alimentar no Brasil. Medidas mais rigorosas de fiscalização são essenciais para proteger a saúde pública e assegurar que os consumidores tenham acesso a alimentos seguros e de qualidade.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: PCRJ

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