Oruam ignora tornozeleira e acumula 66 violações em 4 meses

Reprodução/Instagram

Rapper é considerado foragido após descumprir medidas cautelares

O rapper Oruam violou sua tornozeleira eletrônica 66 vezes e está foragido.

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuneco, conhecido artisticamente como Oruam, se tornou alvo de atenção judicial devido a sucessivas violações de sua tornozeleira eletrônica. De acordo com informações da Seape-RJ, o artista acumulou impressionantes 66 violações em um intervalo de apenas quatro meses, sendo 21 delas consideradas graves apenas no ano de 2026.

Contexto das Violações

As violações da tornozeleira de Oruam estão, em sua maioria, ligadas à falta de carregamento da bateria do dispositivo. Em 9 de dezembro do último ano, Oruam se apresentou à Central de Monitoração Eletrônica do Rio, relatando problemas com o carregamento. Naquela ocasião, a equipe da Seape realizou a troca do equipamento por conta das falhas apresentadas. Contudo, relatórios posteriores indicaram que o novo dispositivo também enfrentou problemas de carregamento e, além disso, demonstrou danos após ser devolvido.

Detalhes sobre as Violações

A Seape-RJ formalizou todas as violações ao Poder Judiciário, enviando relatórios mensais à Terceira Vara Criminal. Após a troca do dispositivo, a situação não se estabilizou, e a Justiça não consegue monitorar a localização de Oruam, que agora é considerado foragido. A juíza Tula Correa de Melo, responsável pelo caso, determinou um mandado de prisão preventiva no dia 3 de fevereiro, referindo-se ao descumprimento constante das medidas cautelares estabelecidas.

Consequências e Implicações

A ausência de carregamento da tornozeleira não apenas compromete a vigilância sobre o rapper, mas também coloca em risco a eficácia das medidas cautelares. Oruam, que já havia manifestado sua intenção de corrigir os problemas com o dispositivo, agora se vê em uma situação complicada, onde sua liberdade está em risco e sua imagem pública pode ser severamente afetada.

Conclusão

A situação de Oruam levanta questões sobre a eficácia e a responsabilidade dos dispositivos de monitoramento eletrônico no Brasil. O caso destaca a necessidade de uma revisão nos procedimentos de manutenção e monitoramento dessas tecnologias, especialmente em casos onde a liberdade de um indivíduo pode estar em jogo. À medida que a Justiça busca sua localização, a repercussão do caso se estende, impactando não apenas o rapper, mas também a percepção pública sobre a segurança e eficácia das medidas cautelares no país.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Reprodução/Instagram

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