Polícia Civil do Paraná oferece orientações para mulheres sobre denúncias de crimes virtuais

Foto: Governo do Paraná

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) destaca a relevância de denunciar crimes cibernéticos, especialmente entre mulheres, que muitas vezes hesitam em buscar ajuda. O delegado José Barreto, do Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber), enfatiza que a culpa nunca é da vítima e recomenda que as pessoas reúnam informações como URLs, números de telefone e perfis antes de se dirigirem à polícia.

Cibercrime abrange uma variedade de abusos no ambiente digital, frequentemente perpetrados por ex-parceiros ou criminosos em busca de vantagens. Embora os dados do Centro de Análise, Planejamento e Estatística (CAPE) indiquem uma queda nas ocorrências de crimes virtuais contra mulheres, com uma redução de quase 6% entre 2024 e 2026, a PCPR reforça que a prevenção e a denúncia são cruciais para a diminuição desses casos.

Dentre os tipos de crimes cibernéticos, o cyberstalking envolve perseguições e assédio digital, e a recomendação é não responder às agressões, coletar provas e acionar a polícia em caso de ameaças presenciais. Já a sextorsão é caracterizada pela extorsão com a ameaça de divulgação de material íntimo, onde é essencial manter a calma e preservar as evidências sem ceder às ameaças.

A PCPR orienta que as vítimas busquem o Nuciber ou a Delegacia da Mulher para relatar os crimes e obter apoio necessário. Essas ações são fundamentais para responsabilizar os agressores e garantir a proteção das vítimas.

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