Segurança compartilhada: até onde vai a responsabilidade da portaria remota e qual é o papel do morador no condomínio

 

Tecnologia, protocolos e deveres bem definidos fortalecem a proteção, a gestão e a convivência nos empreendimentos residenciais

A portaria remota tem se consolidado como uma das principais soluções para a segurança condominial, mas, junto com a tecnologia, cresce também uma dúvida recorrente entre síndicos e moradores: afinal, até onde vai a responsabilidade da empresa de monitoramento e onde começa o dever de cada residente na proteção do condomínio? Com operação 24 horas, monitoramento em tempo real e protocolos de acesso rigorosos, esse modelo não apenas amplia o controle e a prevenção, como também reforça a importância de papéis bem definidos para garantir uma convivência mais segura, organizada e transparente.

“A portaria remota funciona como uma engrenagem dentro de um sistema maior de segurança, no qual cada parte tem um papel essencial”, afirma o CEO da Folk Portaria Remota, Gilberto Dias. Segundo ele, a clareza sobre as responsabilidades evita falhas operacionais e conflitos na rotina do condomínio. “Nossa atuação está focada no controle de acesso, no monitoramento contínuo e no acionamento de protocolos de segurança. Já o morador e o síndico são fundamentais para que esses processos funcionem corretamente no dia a dia”.

Responsabilidades do síndico e dos moradores

No campo da gestão, a responsabilidade do síndico envolve representar legalmente o condomínio, administrar as finanças, garantir a manutenção das áreas comuns, contratar prestadores de serviço e fazer cumprir as regras previstas na convenção e no regimento interno. A portaria remota atua como uma aliada operacional, fornecendo registros de acessos, relatórios de ocorrências e apoio em tempo real. “Quando o síndico tem acesso a informações organizadas e confiáveis, consegue tomar decisões mais estratégicas e prevenir problemas antes que eles se tornem recorrentes”, destaca Dias.

Para os moradores, a responsabilidade está diretamente ligada ao cumprimento das normas coletivas e à preservação do ambiente comum. Conservar o próprio imóvel, não prejudicar vizinhos, manter a taxa condominial em dia, zelar pelas áreas comuns e comunicar irregularidades são atitudes que impactam diretamente a segurança do condomínio. “A tecnologia pode controlar quem entra e sai, mas a postura do morador é determinante para o sucesso do sistema, principalmente no respeito aos protocolos para visitantes e prestadores de serviço”, reforça o CEO.

Atuação da portaria remota

Já a empresa de portaria remota concentra sua atuação no controle de acesso 24 horas por dia, no monitoramento de câmeras em tempo real, no registro de visitantes e prestadores, no acionamento de protocolos de segurança em situações de risco e no suporte contínuo ao síndico e aos moradores. “Nossa equipe é treinada para agir de forma rápida e padronizada, garantindo que cada ocorrência seja tratada com eficiência e rastreabilidade”, explica Dias.

Mais do que uma solução tecnológica, a portaria remota é um modelo de corresponsabilidade, no qual empresa, síndico e moradores atuam de forma integrada. “Quando todos entendem claramente até onde vão suas responsabilidades, o resultado é um condomínio mais seguro, organizado e transparente. Segurança, hoje, é uma construção coletiva, apoiada por tecnologia e comportamento”, conclui.

Como fortalecer a segurança com portaria remota

  • Mantenha os dados de moradores, visitantes e prestadores de serviço sempre atualizados na central.

  • Oriente previamente prestadores sobre os protocolos de acesso do condomínio.

  • Comunique qualquer irregularidade ao síndico e à portaria assim que identificada.

  • Respeite e incentive o cumprimento das normas internas.

  • Solicite relatórios periódicos de acessos e ocorrências para acompanhamento da gestão.

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