Pomerode e a importância da gestão comunitária na segurança pública

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Pomerode, em Santa Catarina, tem se destacado entre as cidades mais seguras do Brasil, apresentando baixos índices de criminalidade, mesmo sem a presença visível de policiais nas ruas. As câmeras de segurança são comuns, e a participação ativa dos moradores é um fator central para a manutenção da ordem na localidade.

Recentemente, a cidade registrou um homicídio após anos sem casos, evidenciando que a segurança não é garantida em nenhum lugar. Pomerode ilustra que a segurança pública envolve não apenas as forças policiais, mas também a organização social e a gestão local eficiente. A cidade conseguiu, por meio da integração entre as forças de segurança e a presença contínua do poder público, criar um ambiente seguro e eficaz.

No Paraná, embora haja cidades dinâmicas e uma boa arrecadação, a segurança pública ainda enfrenta desafios. As ações muitas vezes são pontuais e reativas, sem um planejamento adequado. A falta de continuidade e prioridade política impacta negativamente na segurança, que é frequentemente tratada como uma promessa eleitoral, mas não como uma prioridade real.

Pomerode demonstra que o problema da segurança não é apenas a falta de recursos, mas sim a ausência de métodos eficazes e decisões políticas. Ao conseguir resultados que muitos estados não alcançam, a cidade desafia a narrativa de que a complexidade do problema justifica a ineficiência. Para um desenvolvimento sustentável, a segurança pública deve ser considerada uma base fundamental, e não apenas um tema de campanha.

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