Juliana Bassetto, de 27 anos, faleceu após incidente na piscina.
Juliana Faustino Bassetto morreu após passar mal em aula de natação.
Tragédia em aula de natação
O dia que deveria ser marcado por saúde e bem-estar se transformou em um pesadelo para a família de Juliana Faustino Bassetto, uma jovem de 27 anos. Durante uma aula de natação em uma academia na zona leste de São Paulo, ela passou mal, levando a uma série de eventos que culminaram em sua morte. O caso gerou preocupação e questionamentos sobre a segurança das instalações, especialmente em relação à qualidade da água utilizada nas piscinas.
Investigação sobre contaminação
Juliana, conhecida por seu estilo de vida ativo e saudável, participava da aula de natação ao lado de seu marido, Vinícius de Oliveira. Ambos começaram a apresentar sintomas de mal-estar e deixaram a academia antes de buscar ajuda médica. Em vez de esperar pela ambulância, o casal decidiu dirigir-se ao Hospital Santa Helena, em Santo André. Infelizmente, Juliana sofreu uma parada cardíaca na unidade e não sobreviveu. Vinícius continua internado em estado grave, e duas outras pessoas que também estavam na piscina foram hospitalizadas com sintomas semelhantes.
A Polícia Civil iniciou uma investigação para apurar as causas da tragédia, levantando a hipótese de que a água da piscina possa ter sido contaminada com produtos químicos, como cloro ou outros gases. Amostras da água estão sendo analisadas para determinar a presença de qualquer substância nociva, enquanto a academia permanece sob escrutínio.
Resposta das autoridades
Na tentativa de investigar as condições da piscina, equipes do Corpo de Bombeiros foram até a academia no último sábado, mas encontraram o local fechado. Retornaram no dia seguinte e, após forçar a entrada, iniciaram a perícia. O caso já foi registrado em boletim de ocorrência, e as autoridades buscam esclarecer não apenas as circunstâncias da morte de Juliana, mas também os motivos que levaram outras pessoas a apresentarem sintomas de intoxicação.
Impacto na comunidade
A morte de Juliana Bassetto gerou uma onda de comoção e indignação na comunidade local. Os frequentadores de academias e piscinas estão mais atentos às condições de higiene e segurança, questionando se as normas estão sendo rigorosamente seguidas. Esse episódio trágico levanta a necessidade de um debate mais amplo sobre a responsabilidade das academias em garantir ambientes seguros para seus usuários. A investigação em andamento pode resultar em mudanças significativas nas práticas de segurança em instalações esportivas, visando prevenir que tragédias como esta se repitam.
A perda de Juliana não é apenas uma tragédia pessoal, mas também um alerta para a necessidade de rigor nas regulamentações que garantem a saúde e a segurança dos frequentadores de academias e centros de lazer.
Fonte: baccinoticias.com.br